segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Os detalhes da Geração Y

Pesquisa da Bridge Research aponta perfil dos que nasceram entre 1978 e 1990; palavras-chave são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia

Velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Esses são os valores apontados como primordiais no estudo divulgado na manhã desta quinta-feira, 21, pela Bridge Research sobre a Geração Y - nascidos entre 1978 e 1990.


A pesquisa envolveu 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, num universo estimado em oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C.


Para Renato Trindade, presidente da empresa, "características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais".

Segundo o resultado, consumir é melhor do que ostentar marcas. "Os Y's não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa", explica Trindade. Os números apontam que, em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca. Nos veículos, a marca é mais importante porque remete à qualidade. Entre as marcas de celular mais citadas estão iPhone (classe A), Motorola, Nokia, Sony Ericsson; as de TV são Sony, Samsung (classe A), Philips e Gradiente.

A pesquisa ainda aponta que, quando o tema é banco, "quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande". Itaú e Bradesco foram apontados como os mais fortes e sólidos.

Consumo
A lista de compras é distinta entre as classes. Roupas, acessórios, higiene pessoal, balada e novidades são que esmeram os jovens da classe A. Na B, lazer; carro, cosméticos e beleza são os destaques. Já os da classe C pensam em contribuir no orçamento familiar, estudo e diversão. No gastos mensais, destaque para alimentação (supermercado e restaurantes), em primeiro lugar, com 18% dos gastos; telefonia móvel e fixa, internet e tevê, com 14% e baladas, com 11%.

Otimismo
Quando perguntados se "2010 será melhor, pior ou igual?", o otimismo imperou: 59% responderam que o ano será melhor. A média total foi de 46% de otimistas, 32% de pessoas que acham que vai ficar igual e 19% de pessimistas.


Meio & Mensagem Online, 14/01/10


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