domingo, 20 de setembro de 2009

'Crise faz países priorizarem área social'

Em visita ao Brasil, economista indiano afirma que debate sobre saúde nos EUA mostra mudança de paradigma provocada pela crise

O debate nos Estados Unidos sobre a reforma na saúde é um dos maiores exemplos de que a crise econômica fez as questões sociais ganharem espaço, diz o economista indiano Alakh Sharma. O diretor do Instituto de Desenvolvimento Humano de Nova Déli veio ao Brasil para falar sobre os programas sociais da Índia e conhecer as ações brasileiras.

“Sabemos que os Estados Unidos estão dando grande importância à saúde”, afirma Sharma, “países desenvolvidos, que antes eram indiferentes ao papel do Estado na proteção social, repensaram este conceito”. Ele e o conselheiro da Comissão de Planejamento do governo indiano, Bhaskar Chatterjee, foram entrevistados para a série de entrevistas do IPC-IG (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro.

Para Sharma, a crise trouxe uma mudança de paradigma, com a preocupação social para o centro das discussões públicas. Nos países em desenvolvimento, observa Chatterjee, cresce o número de programas de proteção social, como os de transferência de renda. “Essas questões têm um apoio político? Sim, hoje elas têm e precisam ter”, diz, “há uma enorme necessidade, uma enorme pressão de ONGs, organizações da sociedade civil e das próprias pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza”.

Ele reforça a importância de Brasil e Índia, ambos países emergentes, estudarem formas de saírem da crise com força econômica. “Os países em desenvolvimento estão pagando um alto preço por algo que não foi criação nossa, então tivemos de criar pacotes de estímulo às nossas economias”. “Acho que os países emergentes têm de dar as mãos, aprender um com o outro, olhar de perto quais são as nossas prioridades e interagir continuamente”, conclui.

Sharma ressalta que a proteção social nas regiões menos desenvolvidas é também a principal arma para superar a crise. “Os países do norte são capazes de enfrentar essa crise apenas porque a maioria deles oferece cobertura universal de seguro desemprego e outras formas de proteção social”, diz. “O dinheiro investido em proteção social, especialmente nas economias pobres do sul, aumentará o poder de compra e ajudará a combater a crise econômica”.

Acesse a entrevista na íntegra.


Pnud, Boletim nº 557, 14/09/09

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Prêmio ECO 2009 reconhecerá iniciativas de inovação sustentável

O Prêmio que a cada ano valoriza as melhores práticas de sustentabilidade nas empresas, vem com novidades em sua versão 2009. A inovação é a chave para o futuro e o Prêmio Eco inova trazendo o tema para sua vigésima sétima edição.

Lançado pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) em 1982, o Prêmio ECO foi pioneiro no reconhecimento de empresas que adotam práticas socialmente responsáveis, gerando uma rica reflexão sobre o desenvolvimento empresarial sustentável no Brasil.

As quatro categorias que compõem a 27a edição do Prêmio ECO são:

Modelos de Negócios: relaciona-se a modelos de negócios e estratégias mais amplas das empresas que foram alterados pelos conceitos de sustentabilidade. Dá ênfase à integração da sustentabilidade nos níveis mais corporativos e sistêmicos das organizações;

Projetos: refere-se a novos projetos das companhias que envolvam a implantação de unidades produtivas ou de negócio que já nascem com critérios de sustentabilidade incorporados de forma sistêmica e estratégica;

Processos: envolve alterações em processos/ políticas de negócio que passaram a levar em conta atributos de sustentabilidade;

Produtos: diz respeito ao lançamento de produtos/ serviços ou linhas de produtos/ serviços que surgem com modelo de negócios inspirado nos conceitos de sustentabilidade.

As organizações serão reconhecidas de acordo com seus portes: pequenas e médias (com faturamento anual entre R$ 15 milhões e R$ 100 milhões) e grandes(acima de R$ 100 milhões). Serão doze premiações, sendo três por categoria: uma para pequenas e médias e duas para grandes.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site www.premioeco.com.br até 12 de outubro.

Pelo segundo ano consecutivo, o jornal Valor Econômico é correalizador do ECO, uma parceria com objetivo de garantir maior visibilidade ao prêmio.


Fonte: site do Prêmio Eco

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Comércio Social: como fazer?

Veja as diferenças básicas entre as práticas de comércio eletrônico e social

O Comércio Eletrônico tem se destacado a olhos vistos no Brasil e tem sido alvo de holofotes em todo o país devido às suas cifras e possibilidades. O seu crescimento ano a ano de dois dígitos contrasta de forma significativa com os outros setores da economia, até mesmo diante de uma crise global.

Empresas dos mais diversos portes e segmentos estão percebendo que não aderir a tal estratégia de mercado é, em pouco tempo, estar fora do próprio mercado. É fato, porém, que saber o que tem que ser feito não significa saber como deve ser feito.

A urgência em montar sua plataforma de comércio eletrônico – muitas vezes porque o concorrente já o fez – gera um efeito colateral: faz com que as empresas não parem para se questionar qual o melhor modo de montá-la. Isso talvez aconteça porque só conheçam uma maneira, a mesma vitrine digital de produtos aliada ao velho "carrinho de compras".

Se todos se utilizam da mesma estratégia de diferenciação, ela deixa de ser eficiente. Tal qual ocorreu em meados dos anos 90, quando todos tinham que ter um site porque o concorrente já tinha, vivemos uma época de turbulência em que não há critérios, só pressa e falta de planejamento.

Se a sua empresa atualmente está investindo e despendendo esforços para montar uma bela plataforma de comércio eletrônico, saiba que há uma nova estratégia de diferenciação nessa área que ainda é privilégio de poucos.

Sabendo que o povo brasileiro é um dos que passa mais tempo navegando em redes sociais, tanto percentualmente quanto em números absolutos, é natural que tal comportamento venha cada vez mais fazer parte dos planos de vendas das empresas de comércio eletrônico.

Nasce assim o Comércio Social. Em poucas palavras, uma plataforma de comércio eletrônico que traz em sua gênese os conceitos de rede social, tendo como forte aliada a comunicação realizada na chamada web 2.0.

O Comércio Social se apresenta como o próximo passo do comércio eletrônico no país ao aliar as, ainda pouco conhecidas, rotinas de vendas aliadas à geração de conteúdo colaborativo, que pode ser potencializado por meio da comunicação viral e coesa em rede sociais.

Esses três "Cês" - comércio, conteúdo e comunidade - devem se somar de forma sinérgica em uma mesma plataforma de negócios digitais. Com um bom planejamento, essa estratégia vai gerar um número crescente de vendas qualificadas, porque trabalha continuamente a fidelização e a formação de uma comunidade de marca.

Os passos para implementar tal estratégia em sua operação de e-business não são tão complexos como se pode imaginar. Apresento algumas diretrizes a seguir:

Inicialmente é preciso gerar demanda, não há comunidade sem pessoas. O Google ainda é o melhor meio para gerar demanda para um site. Ter uma plataforma de comércio eletrônico otimizada para o mecanismo de busca é fundamental para gerar tráfego suficiente para manter uma comunidade sempre ativa e com novos membros.

A geração de demanda também passa pelo marketing viral, esse, contudo, ainda é misterioso o bastante para as empresas para que tenha sua efetividade garantida.

Após a geração de demanda, é preciso gerar “colas sociais”, ou seja, motivos para o usuário voltar e interagir com o site. Assim, a empresa deve realizar uma ação para não perder os usuários que já visitaram o site pela primeira vez. Exemplo dessas ações são concursos culturais, promoções relâmpago, fóruns em os consumidores podem conversar entre si e, desse modo, contribuam com suas opiniões e construam o site a seu gosto por meio de APIs ou áreas customizáveis. É importante tornar a navegação uma experiência e não se restringir à pura e simples compra.

Para manter a experiência sempre vívida e atual, é preciso ser inovador e ativo na comunidade o todo o tempo. É preciso gerar “buzz”, dar motivos para que falem (bem) da sua empresa.

Após gerar as "colas sociais" e fazer com que os usuários se mantenham unidos e ligados à marca, é preciso se comunicar com eles por meio de ferramentas da própria web, como Twitter, Blogs, Orkut, MSN, e-mail e várias outras. Cada empresa descobrirá qual a melhor ferramenta para o seu público. O site tem que ter um caráter pessoal, deve se personificar e se comunicar com seu mercado de maneira personalizada e em massa. Nessa etapa a micro segmentação é fundamental.

Em todas as ações citadas, são criadas oportunidades de venda de modo que naturalmente elas sejam reiteradas por todo o processo do Comércio Social. Quanto mais interação, mais vendas.

Como pode ver, Comércio Social é uma atitude, uma nova maneira de fazer a publicidade e vendas no seu negócio. Atualmente “vender” é “se relacionar” e a maior parcela de “relacionamento” na internet está nas redes sociais. O caminho natural do comércio eletrônico está no Comércio Social.

Se pararmos para pensar nas mais lucrativas marcas do "mundo off-line", iremos perceber que, na maioria das vezes, tais marcas são aquelas que mais geram "buzz" e que mais geram consumidores nas suas "comunidades de marca" de forma espontânea. Se isso já funciona tão bem no mundo de átomos, faça acontecer no mundo dos bits. A fórmula já foi dada, basta aplicá-la e replicá-la.


Conrado Adolpho
Publicitário, blogueiro, palestrante, consultor e especialista de internet. Formado em marketing e pós-graduado em economia, atua há mais de 10 anos no mercado e é um dos primeiros profissionais no Brasil a ser certificado pelo Google com o “Google Qualified Individual”. O palestrante é o brasileiro que mais vendeu livros de marketing no país em 2008, com o livro “Google Marketing” - o 4º livro mais vendido no ranking geral de livros de marketing, ao lado de Philip Kotler e Paco Underhill. É diretor da Agência Publiweb Marketing Digital
HSM Online, 18/09/2009

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Publicidade online tem maior impacto pela manhã

Pesquisa global realizada pela Eyeblaster revela que o pico de audiência das mensagens comerciais se dá às 9 horas

Uma pesquisa global feita pela Eyeblaster aponta que o internauta gasta, em média, um minuto por dia na interação com peças de publicidade online. Segundo os resultados, o período da manhã é o de maior impacto para as mensagens comerciais, com pico às 9 horas.

As peças criadas em formato de vídeo são as que mais repercutem, chegando a conquistar 70 segundos da atenção do usuário. O estudo analisou amostra de 42 bilhões de interações em todo o mundo, entre setembro de 2008 e março deste ano.

A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1376 de Meio & Mensagem, que circula com data de 14 de setembro de 2009.


Mariana Ditolvo
Meio & Mensagem Online, 14/09/09

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PPP-Ecos lança Edital 2009

O Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) destinará 675 mil dólares para projetos de uso sustentável da biodiversidade e fortalecimento de comunidades tradicionais no Cerrado. Os recursos serão doados a organizações civis, sem fins lucrativos, escolhidas por meio do edital divulgado pelo ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza.

O prazo final para o envio das propostas é o dia 19 de outubro de 2009. Clique para acessar o Edital PPP-ECOS 2009 e o Roteiro de Apresentação dos Projetos.

Cada entidade poderá concorrer a projetos de até 35 mil dólares para iniciativas inéditas. Serão contemplados projetos no bioma Cerrado e nas áreas de transição para Caatinga, Amazônia, Mata Atlântica e Pantanal. As organizações que já possuem experiência ou projetos com resultados e impactos positivos comprovados e que possam ampliar a escala de sua atuação poderão pleitear até 50 mil dólares. A escolha dos projetos se dará por meio de um Comitê Gestor Nacional com representantes de órgãos governamentais, organismos internacionais, organizações da sociedade civil e universidades.

O PPP-ECOS existe no Brasil há 15 anos e é executado por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Os recursos são do Global Environment Facility (GEF/ONU). O PPP-Ecos tem co-financiamento da União Européia, Fundação Doen e Fundo Finlandês para a Cooperação Local.

A coordenação técnico-administrativa está a cargo do ISPN. Com 15 editais lançados até 2009, o PPP-ECOS já apoiou 297 projetos em comunidades de 14 estados brasileiros e Distrito Federal. Durante sua existência, o programa investiu cerca de 7 milhões de dólares no bioma.

O PPP-ECOS busca fortalecer as inter-relações entre comunidades carentes e o meio ambiente, com ênfase na promoção de modos de vida sustentáveis que contribuam com benefícios ambientais globais, conforme os acordos internacionais para os quais o GEF é o mecanismo financeiro.


ISPN, 14/09/09

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O corpo nunca mente

"Existem sinais que denunciam uma mentira: coçar o nariz, tocar o rosto, afrouxar o colarinho etc. Se você perceber esses gestos no seu interlocutor durante uma negociação, fique atento", recomenda a consultora empresarial Daniela Zanuncini.

Ler o corpo e saber interpretar o real significado da comunicação não verbal pode ser um grande diferencial em uma negociação. Quantos não gostariam de saber o que a outra pessoa está pensando, qual será seu próximo passo? Pois a verdade é que o inconsciente está marcado no corpo. Aquilo que a outra pessoa não diz pode estar lá, pronto para ser visto - se você tiver habilidade para ver.

Quando a criança nasce, sua comunicação com o mundo é 100% corporal. Essa forma de comunicação perdura até os dois anos de idade, em média, quando as primeiras palavras e frases começam a tomar forma. Até então, o mundo da criança é visual e gestual. O corpo se expressa - e continua se expressando ao longo de toda a vida.

Não é à toa que, em nossa comunicação, o que é dito (conteúdo) representa apenas 7% do que queremos transmitir. Outros 38% se referem ao tom da nossa voz e 55% correspondem à expressão corporal? No tom de voz (38%), percebemos as emoções presentes na comunicação - um fator importantíssimo para captar o real sentido por trás das palavras. A mensagem é comunicada por meio da ênfase que colocamos em diferentes palavras e gestos.

Para se comunicar de forma eficaz, porém, não basta modular o tom de voz e a postura. Só se comunica com eficácia quem tem flexibilidade para receber o que é transmitido pelo outro. Por isso, é preciso - sempre - ouvir com atenção e evitar o pecado do egocentrismo. Muitas vezes, estamos tão concentrados em nós mesmos, esperando para expor o nosso ponto de vista, que esquecemos de escutar.

A comunicação se processa efetivamente quando compreendemos o que o outro está transmitindo e vice-versa. Para verificar a compreensão do outro, a melhor maneira é perguntar se ele entendeu - ou simplesmente observá-lo. José Angelo Gaiarsa afirma que levamos apenas sete segundos para ler a linguagem do corpo de nossos interlocutores, desde que estejamos 100% concentrados nisso. Além disso, é fundamental desenvolver e exercitar a empatia - ou a habilidade de se colocar no lugar dos outros. Somente assim haverá condições de se chegar ao entendimento pleno.

Em uma negociação, esse conhecimento é essencial para quem está disposto a observar o que não foi dito. Ao mesmo tempo, vale a pena seguir algumas dicas:
. Sentar-se frente a frente pode gerar uma postura desafiadora e estimular o confronto. Posicione-se assim diante de quem realmente você pretende confrontar.

. Mesas-redondas tendem a estimular a conciliação. Quando as pessoas se sentam lado a lado, automaticamente se instaura na sala um clima favorável ao acordo.

. Se a mesa for quadrada ou retangular, procure se sentar ao lado da pessoa com quem você pretende negociar. É uma forma subliminar de dizer que "estamos do mesmo lado".

. Interesse ou desinteresse podem ser medidos pelo conjunto "olhar atento-corpo inclinado para frente". Observe os momentos em que isso acontece.

. Mãos juntas passam confiabilidade. Observe os políticos quando eles precisam justificar algo: eles foram devidamente orientados a manter as mãos unidas nessas ocasiões.

Existem alguns sinais que, combinados, ajudam a denunciar uma mentira, um blefe etc. São eles: coçar o nariz, tocar o rosto repetidas vezes com as mãos, afrouxar o colarinho, coçar o pescoço ou nuca, esconder a boca, etc. Se você perceber esses gestos no seu interlocutor durante uma negociação, deixe o assunto evoluir e repita a mesma pergunta mais tarde. Se eles se repetirem, fique atento: o corpo nunca mente.


Portal Revista Amanhã
Jandira Feijó, 18/09/09

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sábado, 19 de setembro de 2009

Pesquisa Análise de Práticas CFRE

A CFRE International está conduzindo uma pesquisa sistemática de práticas de captação de recursos para identificar e descrever os principais conhecimentos e tarefas necessárias para uma prática eficaz.

Nos últimos meses, uma força-tarefa internacional tem trabalhado para criar uma descrição abrangente de práticas de captação de recursos. Uma pesquisa foi desenvolvida para coletar mais informações de você a respeito do conhecimento essencial necessário para uma prática eficaz de captação de recursos.

O link abaixo conduz à pesquisa: http://www.surveywriter.net/in/survey/survey310/CFREbz.asp?pw=BZ8ry74o8

A contribuicao é fundamental para o processo de definição do conteúdo e forma finais do exame para a certificação CFRE. Prevemos que a pesquisa leve cerca de 30 minutos para ser completada. Caso não seja possível completar toda a pesquisa de uma vez, é possível sair e depois retornar usando o endereço acima.

Em agradecimento tempo e esforço dispendidos ao responder a pesquisa, oferecemos, à escolha, 2 pontos Educacionais ou 10 pontos de Serviço para a certificação CFRE. Além disso, haverá um sorteio – os prêmios incluem livros sobre captação de recursos no valor total de US$100 e vouchers de US$25 para taxas de certificação.

O prazo para o preenchimento completo da pesquisa é no máximo até 02/10/09.

Qualquer dificuldade com a pesquisa, entrar em contato com a organização contratada para realizar este estudo: Professional Examination Service, das 9h às 5h (fuso horário de Nova Iorque) pelo telefone 1-212-367-4207.


ABCR, 15/09/09

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Câmara aprova mudança nas regras da filantropia

A Câmara dos Deputados aprovou ontem à noite, em votação simbólica, projeto de lei que muda as regras de certificação de filantropia a entidades beneficentes de assistência social, saúde e educação. O projeto regula os procedimentos de isenção de contribuições para a seguridade social. Como explica o relator, deputado Carlos Abicalil (PT-MT), trata-se do marco regulatório do setor.

Pela proposta, que agora será submetida à análise do Senado, os ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome passam a ser os responsáveis pela concessão dos certificados de beneficência às entidades que atuarem em suas respectivas áreas. Atualmente, a tarefa cabe ao Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).

Caberá a eles definir os procedimentos para habilitação e o prazo de validade da certificação - entre um e cinco anos, segundo o projeto aprovado ontem na Câmara. Atualmente, o prazo é de três anos. Os ministérios terão de comunicar à Receita Federal os pedidos de certificação e de renovação, concedidos ou não.

A proposta define requisitos que a entidade tem que cumprir para ter direito à isenção definida pela Lei da Seguridade (lei número 8.212, de 1991): não pagamento da cota patronal de 20% ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para as entidades da área de educação o critério é a concessão de uma bolsa de estudos para cada nove pagantes no ensino básico.

Na área da saúde, será obrigatório que as entidades ofereçam 60% de serviço gratuito ao Sistema Único de Saúde (SUS). Na área da assistência social, as entidades terão de oferecer 60% de atendimento gratuito a portadores de deficiência e idosos.

Pela legislação atual, segundo Abicalil, não há critério. " O certificado é concedido apenas com base em comprovações fiscais. Agora, elas terão que comprovar que são beneficentes ", disse. Após a aprovação em definitivo e a sanção do projeto, as novas regras terão de ser cumpridas na concessão dos próximos certificados ou não renovação dos atuais.

Os certificados vencidos durante a validade da Medida Provisória 446 - editada em novembro de 2006 foram renovados. Mas existe um grupo de entidades, cujos certificados expiraram depois da MP (que durou até início de fevereiro de 2009). Este grupo ingressou com protocolos pedindo renovação no CNAS.

No ano passado, o governo editou a medida - chamada de MP das filatrópicas -, concedendo anistia fiscal a mais de sete mil entidades filatrópicas. A renúncia pretendida superava R$ 2 bilhões de reais. Em abril deste ano, a Justiça Federal suspendeu os efeitos da MP.

O relator fez um apelo para que o Senado dê agilidade à votação, lembrando que a partir de 31 de dezembro, sem novas regras, haverá " uma infinidade de situações sem cobertura legal " .

Segundo Abicalil, a sociedade poderá acompanhar, passo a passo, o processo pela internet. " O projeto institui rigorosa transparência no processo " , afirmou o relator. Segundo ele, foram realizadas 26 reuniões desde o mês de junho, com representantes do setor. " Construímos um amplíssimo acordo que levou à aprovação e que, espero, o Senado confirme " , disse Abicalil.


Raquel Ulhôa, de Brasília
Valor Online, 16/09/09

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Bandeja do McDonald's exibe Educar para Crescer

É a primeira vez que a rede de fast-food abre espaço nas lâminas para outra instituição; ação deve impactar 10 milhões de pessoas

Após completar um ano nesta terça-feira, 15, o movimento Educar para Crescer, do Grupo Abril, decidiu comemorar com uma ação de grande abrangência. Até 30 de setembro, as folhas que forram as bandejas de 570 unidades do McDonald's trazem informações sobre aprendizado providas pela equipe editorial.

É a primeira vez que a rede de fast-food abre espaço nas lâminas para outra instituição, pelo menos no Brasil. Nesse caso, além da logomarca e da mascote do projeto, há também a logo da Abril estampando o tradicional papel da bandeja. Mas a empresa de alimentos adverte que só permitiu a exceção por se tratar de uma iniciativa sem fins lucrativos e com foco na utilidade pública.

"Conversamos com o vice-presidente de marketing do McDonald's, o Mauro Multedo, e ele é bem envolvido e interessado por educação. Foi realmente uma questão de abraçar a causa", explicou Kadu Palhano, redator-chefe do Educar para Crescer. Estima-se que a ação impacte 10 milhões de pessoas.

As dicas nas bandejas fazem parte do Guia da Educação em Família, desenvolvida em parceria com o Todos pela Educação e distribuída gratuitamente para os leitores das revistas Veja, Claudia, AnaMaria e Viva Mais. Exemplares dessas cartilhas, destinadas a pais de várias classes sócio-econômicas, também estão sendo distribuídos em algumas lojas da rede junto com o McLanche Feliz.


Gabriel Navarro
Meio & Mensagem Online, 16/09/09

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Programa de incentivo de reservas da Mata Atlântica está com inscrições abertas para oitavo edital de projetos

O Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) da Mata Atlântica, coordenado pelas ONGs Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy, está com inscrições abertas para seu VIII Edital de Projetos até o dia 26/10 (data de postagem no correio).

O objetivo do Programa é contribuir para a conservação in situ* da biodiversidade da Mata Atlântica, fortalecer o sistema nacional de unidades de conservação, por meio do apoio à criação e gestão de RPPNs, e fomentar atividades e negócios sustentáveis envolvendo as Reservas Particulares do Bioma.

Com o patrocínio de Bradesco Cartões, Bradesco Capitalização e da Fundação Toyota, um total de R$ 300 mil será destinado para a criação de RPPNs ou para projetos de elaboração de Planos de Negócios Sustentáveis. Proprietários de terra de toda a Mata Atlântica e ONGs podem participar do Programa.

Neste edital, o Programa de Incentivo às RPPNs passa ainda a financiar projetos de elaboração de Planos de Negócios para a implementação de atividades econômicas sustentáveis em propriedades com RPPNs, como turismo sustentável, produtos da Mata Atlântica (alimentos, artesanatos, bebidas e objetos feitos com recursos naturais locais), agricultura sustentável e produtos orgânicos, centros de formação e capacitação, dentre outras.

Com esse apoio, o Programa visa colaborar com a realidade local das regiões onde as RPPNs foram criadas, já que um local que pode ser preparado para o turismo sustentável, ou para o trabalho voltado para a sustentabilidade, aumenta as oportunidades de empregos para as comunidades dos entornos das RPPNs. Assim, o projeto alia conservação ambiental e geração de renda, contribuindo com a economia e desenvolvimento sustentável desses locais. Os projetos devem prioritariamente incluir uma ou mais RPPNs.

A história brasileira está intimamente ligada à Mata Atlântica, daí a importância da sua conservação, pois durante os ciclos econômicos a floresta foi sendo desmatada, reflexo da ocupação e exploração desordenada de seus recursos naturais.

As RPPNs protegem mais de 660 mil hectares do território brasileiro, distribuídos em mais de 900 reservas. Só na Mata Atlântica, elas somam cerca de 600 reservas e protegem aproximadamente 130 mil hectares, garantindo a proteção de espécies ameaçadas, como os primatas mico-leão-dourado (Leontopithecus rosalia) e macaco-prego-do-peito-amarelo (Cebus xanthosternos), a ave formigueiro-de-cauda-ruiva (Myrmeciza ruficauda), a araucária (Araucaria angustifolia), dentre outras.

Uma vez que cerca de 80% dos 102.012 km2 (7,91% da área original) que ainda restam do Bioma está em propriedades particulares, é de extrema importância a participação dos proprietários de terra na conservação da biodiversidade e dos recursos naturais, particularmente por meio da criação, manutenção e a gestão de RPPNs.

As RPPNs são relevantes para a conservação de importantes trechos de Mata Atlântica, para o aumento da conectividade da paisagem - fator chave para a manutenção dos processos ecológicos e proteção de espécies a longo prazo – e para ampliar a representatividade dos ecossistemas protegidos na Mata Atlântica.

Desde o primeiro edital, entre 2003 e 2009, o programa já beneficiou 216 projetos: 56 de gestão (sendo 22 de plano de manejo) e 159 projetos de criação, que vão resultar em 310 novas RPPNs, protegendo cerca de 20 mil hectares. O projeto pode auxiliar na consolidação dos mosaicos de unidades de conservação e dos corredores da biodiversidade e, com isso, contribuir para a conservação regional e o fortalecimento das áreas protegidas.

Para criação de uma RPPN os projetos selecionados receberão até R$ 10 mil e as propostas devem ter como proponente pessoa física ou jurídica proprietária da área onde se pretende criar a RPPN, organizações ambientalistas sem fins lucrativos ou associações de proprietários. Em todos os casos, deve ser apresentada cópia da documentação das propriedades.

Os projetos de elaboração de Planos de Negócios Sustentáveis receberão até R$ 30 mil e o proponente deve ser pessoa jurídica de caráter privado e sem fins lucrativos, tais como associação, fundação, ONG ou Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP). Em ambas as categorias deve ser enviada uma cópia do instrumento de acordo formal ou Termo de Compromisso entre as partes.

Por se tratar de um processo competitivo, o programa não avalia somente critérios como qualidade, coerência, pertinência e criatividade do projeto, mas também a contribuição da área para a proteção da biodiversidade e de recursos hídricos, proximidade com outra unidade de conservação, relevância da área no contexto regional, beleza cênica e paisagística, presença de espécies ameaçadas de extinção, grau de ameaça da região onde a RPPN será criada, entre outros.

Todas as propostas terão prazo máximo de 18 meses para sua execução, contados a partir da data de assinatura do contrato. A avaliação das propostas apresentadas dentro do prazo definido neste edital será realizada pelo Comitê de Avaliação do Programa.

* “Segundo a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), a conservação “in situ” é a conservação de ecossistemas e habitats naturais e a manutenção de populações viáveis de espécies em seus ambientes naturais e, no caso de espécies documentadas ou cultivadas, nas áreas onde elas desenvolveram suas propriedades diferenciadoras". (fonte: Explicação retirada do site do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná, que usou conceito da Convenção sobre Diversidade Biológica: Entendendo e Influenciando o Processo - Um Guia para Entender e participar Efetivamente da Oitava Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica - COP - 8).

Serviço:
As propostas e os documentos necessários para análise devem ser encaminhados impreterivelmente até 26/10 (data de postagem no correio) para:
Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica
Aos cuidados de Mariana Machado
Rua Manoel da Nóbrega, 456
04001-001 – São Paulo - SP

O novo edital de projetos está disponível para consulta nos sites:
http://www.sosma.org.br/, www.conservacao.org, www.nature.org/brasil, http://www.corredores.org.br/


Setor3, 14/09/09

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Harvard de roupa nova

Símbolo de ensino de qualidade, universidade americana lança grife de luxo para diversificar receitas e atenuar suas dificuldades financeiras

Pense em uma roupa que leva a marca de uma universidade. Provavelmente a imagem que vem à mente é uma blusa de moletom com o nome da instituição (como na foto ao lado).

Essa ideia está para mudar. No mês passado, a Universidade de Harvard anunciou um contrato de licenciamento com a Wearwolf, um grupo de moda americano especializado em fornecer roupas para grifes de luxo.

O que vem por aí são camisas, ternos, blazers, gravatas e acessórios arrojados, que resultam da interpretação da Wearwolf para o que os homens de negócio, em especial aqueles que estudaram em Harvard, poderiam usar.

O estilo nada tem a ver com o nome Harvard estampado em letras enormes. São roupas que acompanham a tendência da moda conforme a estação. Batizada de Harvard Yard, a grife chegou a ser comparada - com certo exagero - à americana Ralph Lauren.

Com preços que variam de US$ 160 a US$ 495, as peças devem chegar a lojas de departamento de luxo entre fevereiro e março do ano que vem. "Não é uma marca para estudantes mas para homens bem-sucedidos que estão na faixa dos 25 aos 45 anos", disse à DINHEIRO Jeffrey Wolf, vice-presidente da Wearwolf.

"A Harvard Yard não será destinada só ao mercado americano. No futuro próximo, queremos ingressar em vários países, inclusive no Brasil." Quanto mais ambiciosos os objetivos da Wearwolf, melhor para a Harvard, que ganhará royalties sobre as vendas.

Harvard possui mais de 100 contratos de licenciamento de produtos, como chaveiros, canetas e camisetas, mas as receitas geradas por esse negócio ainda são irrisórias. A estratégia é justamente impulsionar essa área. Os lucros são para financiar bolsas de estudo para alunos.

Como tudo o que envolve o nome Harvard, a criação da grife gerou uma saraivada de críticas. Na semana do anúncio do contrato, não faltaram comentários e piadas na mídia envolvendo o nome da nova grife. Uma delas brincava que usar a roupa seria tão difícil quanto entrar em Harvard, pois só seria possível se a geração anterior já a tivesse usado antes - em uma alusão irônica à tradição de famílias que há décadas frequentam a universidade.

"A marca Harvard Yard traz as mesmas aspirações que envolvem o nome da universidade, como status, glamour e a sensação de estar entre os melhores do mundo", diz Luiz Angelotti, proprietário da Angelotti Licensing, especializada em licenciamentos. "A nova marca tem tudo para ser uma grande grife internacional e abrir enormes possibilidades de ganho."

Harvard vive um período de dificuldades financeiras, o que também explica o interesse da universidade por projetos capazes de gerar novas receitas. A crise mundial afetou as grandes instituições de ensino dos Estados Unidos, que viram as doações monetárias minguarem nos últimos meses.

Em Harvard, as arrecadações caíram de US$ 36,9 bilhões no biênio 2007/2008 para US$ 26 bilhões no ano encerrado em 30 de junho passado. Em Yale, outro símbolo estudantil americano, as arrecadações caíram de US$ 22,9 bilhões para US$ 16 bilhões.

"Em momentos de crise, é óbvio que as doações diminuem", afirma André Delben Silva, administrador do Harvard Business School Club of Brazil, uma associação de ex-alunos brasileiros que estudaram na universidade.

"Depois, as doações voltam, pois se trata de uma prática arraigada na cultura americana,como se ela fosse um gesto de agradecimento à universidade." Obviamente, Harvard está longe da falência, mas um estudo recente concluiu que ela terá de cortar custos nos próximos meses.

O desafio é fazer isso sem afetar a qualidade do ensino. Harvard é um ícone mundial. No mês passado, ficou em segundo lugar no índice Webometrics, um ranking semestral que aponta as melhores universidades do mundo


Carolina Guerra
Boletim IstoÉ - Edição 2080, 19/09/09

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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

10 razões para adotar redes sociais nas empresas

Veja texto que mostra como as organizações podem adotar a utilização das redes sociais internamente

Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.

A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).

Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study - The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:
- As empresas serão ávidas por mudança;
- Inovação de fora para dentro;
- Empresas globalmente integradas;
- Disruptivas por natureza;
- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;

Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.

Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:
- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.
- O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;
- A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;
- Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;
- Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;
- Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;
- Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;
- Referências: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;
- Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;
- Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.

Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.

Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.


Marcelo Bastos (http://hsm.updateordie.com/author/mbastos/)
Este texto foi publicado, originalmente, no Blog da HSM. Para ler este e outros post, clique aqui: http://hsm.updateordie.com/.
HSM Online, 04/09/09

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Fundação Banco do Brasil e BNDES fazem acordo de cooperação

O presidente da Fundação Banco do Brasil (FBB), Jacques Pena e o diretor de inclusão social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Élvio Gaspar, assinaram acordo de mútua cooperação técnica e financeira entre as instituições. O documento, que tem vigência de cinco anos, objetiva a redução de desigualdades, a inclusão social e o desenvolvimento territorial sustentável, por meio da realização de um total de R$ 200 milhões de investimentos sociais.

A cada ano, os parceiros destinarão R$ 40 milhões para o patrocínio da estruturação de empreendimentos da economia solidária, reaplicação de tecnologias sociais e apoio a promoção do desenvolvimento integrado com enfoque territorial.

Cada uma das instituições participará com R$ 20 milhões por ano, sendo os recursos do BNDES oriundos do Fundo Social da instituição, enquanto os da Fundação Banco do Brasil são provenientes de seus recursos próprios.

Para Jorge Streit, diretor de desenvolvimento social da Fundação Banco do Brasil, o convênio é de altíssimo interesse. Ele explica que o acordo está centrado em eixos nos quais a Instituição atua desde 2003 - tecnologias sociais, cadeias produtivas e desenvolvimento territorial, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

"Esta parceria olha para ações nas quais já estamos focados e para as regiões que priorizamos. Para o BNDES, a capilaridade da Fundação Banco do Brasil é também de interesse estratégico. È um convênio bom para os dois lados e a tendência é que seja bem sucedido", afirma.

Atuação conjunta
O acordo de cooperação prevê a elaboração anual de um Plano Tático de Atuação Conjunta FBB-BNDES, contendo a indicação dos investimentos a serem realizados no período. Um Comitê Técnico Executivo (CTE), composto por representantes da FBB e do BNDES, atuará na elaboração do plano, na seleção de iniciativas e no acompanhamento dos projetos aprovados.

O plano de atuação para 2009, que inaugura a parceria, indica investimentos sociais de R$ 14,7 milhões nas cadeias produtivas da cajucultura, mandiocultura, apicultura e reciclagem. Também estão previstos investimentos sociais da ordem de R$ 11,7 milhões na reaplicação das tecnologias sociais Produção Agroecológica Integrada Sustentável (PAIS), que tem foco na segurança alimentar e geração de trabalho e renda, e Fossa Séptica Biodigestora, que objetiva a melhoria das condições de saneamento básico.

Além disso, o documento direciona R$ 11,9 milhões para ações de desenvolvimento territorial, em regiões como o Vale do Urucuia, o Vale do Rio Doce, a bacia do rio São Bartolomeu e a Mata dos Cocais. Desse total, cerca de R$ 6,7 milhões estão destinados para o desenvolvimento sustentável dos entornos de grandes projetos do BNDES.


redeGIFE Online, 07/09/09

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Unesco examina candidatos a diretor em meio a polêmica

A Unesco (organização da ONU para a educação, ciência e cultura) começou a examinar as candidaturas para seu futuro diretor geral, nesta segunda-feira, em Paris, em meio a uma polêmica pelas acusações de antissemitismo lançadas contra o egípcio Faruk Hosni, favorito ao cargo, que está sendo disputado por mais oito pessoas.

O cargo será definido em 17 de setembro, após uma votação de no máximo cinco turnos, antes da 35ª Conferência Geral da organização, que reunirá em outubro seus 193 países membros.

Faruk Hosni, ministro da Cultura do Egito há 20 anos, que tem o apoio da Liga Árabe, da União Africana (UA) e da Organização da Conferência Islâmica (OCI), pode se tornar o primeiro diretor geral árabe da Unesco, segundo uma regra não escrita sobre a alternância regional no comando da organização.

Mas as declarações de Hosni no Parlamento egípcio em 2008, segundo as quais ele queimaria os livros em hebreu de todas as bibliotecas de seu país, geraram uma forte polêmica.

Em artigo publicado em maio passado pelo jornal francês Le Monde, intelectuais de vários países, entre eles o Prêmio Nobel da Paz, Elie Wiesel, denunciaram a vergonha de um "naufrágio anunciado" da Unesco, e acusaram Hosni de ter dado declarações infelizes contra os judeus.

Segundo Wiesel, o ministro egípcio teria considerado a cultura israelense "desumana" e denunciado em 2001, para um jornal egípcio, a "infiltração de judeus nos meios de comunicação internacionais".

Mesmo neste contexto, a designação de Hosni, que tem como principal rival nesta disputa a comissária europeia das Relações Exteriores, a austríaca Benita Ferrero Waldner, é praticamente um fato consumado na Unesco.


da France Presse, em Paris
Folha Online, 07/09/09

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Prêmio Minha Comunidade Sustentável prorroga inscrições até 28/9

O Prêmio Minha Comunidade Sustentável é uma iniciativa da Editora Basset e será realizado por meio da revista Carta na Escola em parceria com a organização não-governamental Ação Educativa.

Tem por objetivo estimular e apoiar a criação e execução de projetos escolares inovadores que busquem soluções de sustentabilidade da vida no planeta, incluindo-se aí as dimensões social, ambiental e econômica.

No contexto do Prêmio, um projeto para uma comunidade sustentável deve implicar a mobilização e a aprendizagem do grupo escolar participante.

Sustentabilidade deve ser entendida como um conceito sistêmico, que integra as dimensões acima citadas. Mais ainda, implica certo equilíbrio, em contraposição a uma noção de desenvolvimento econômico ilimitado, dada a finitude dos recursos do planeta. Assim, não se podem criar soluções de geração de renda para uma comunidade que vive os efeitos da miséria produzindo ações negativas para o meio ambiente.

Ao mesmo tempo, não devemos conservar o meio ambiente em detrimento dos seres humanos que vivem em uma comunidade.

1 -Participantes
Podem se candidatar ao Prêmio unidades executoras vinculadas a uma escola, que tenham como finalidade a gestão de recursos financeiros transferidos para a manutenção e desenvolvimento do ensino. Entende-se por unidade executora, nos termos da legislação vigente, as associações de pais e mestres (APM), as caixas escolares, os círculos de pais, associações de pais e professores (APP), associações de pais, alunos e mestres (APAM) e outras denominações com o mesmo fim.

Os projetos devem estar vinculados a qualquer nível e modalidade da Educação Básica, da rede pública ou particular de ensino. E podem ser realizados exclusivamente pela unidade escolar ou em parceria com organizações não-governamentais (ONGs), associações de bairro ou instituição que ofereça apoio técnico.


As escolas privadas e fundações que não possuírem associações como as denominadas acima poderão se inscrever, ficando o diretor administrativo da escola e o professor gestor do projeto responsáveis pela gestão dos recursos. Nesse caso, a escola premiada deverá assinar um contrato de doação com encargos, arcando com os encargos advindos conforme legislação vigente da doação dos valores destinados à execução do projeto.

O projeto proposto deve ser original e desenvolvido como um trabalho de professores e alunos ao longo de um período escolar e não precisa se limitar ao espaço da escola, podendo trazer soluções e inovações para a comunidade do entorno.

2 -Inscrições
As inscrições serão aceitas de 18 de maio a 28 de setembro de 2009 e poderão ser feitas da seguinte forma:

2.1) Pela internet, por meio dos sites www.cartanaescola.com.br e www.acaoeducativa.org.br/premio. Deverá ser preenchida a ficha de inscrição e o formulário de descrição do projeto. As inscrições serão validadas após a análise do cumprimento dos critérios de participação. A confirmação de recebimento da inscrição será feita no ato da inscrição.

2.2) Nos casos em que não for possível fazer a inscrição por meio eletrônico, esta poderá ser feita pelo Correio, com o envio da ficha de inscrição e do formulário de descrição do projeto para rua General Jardim, 660, São Paulo (SP), CEP 01223-010, em envelope identificado como Prêmio Minha Comunidade. Não serão aceitas inscrições que não sigam rigorosamente o que foi orientado e solicitado no formulário de descrição do projeto.

Serão aceitas as inscrições postadas até o dia 28 de setembro de 2009. Nesses casos a confirmação de recebimento da inscrição será por fax ou email.

2.3) No ato da inscrição deverá ser informado o nome de um Gestor do projeto. Este deverá ser membro do corpo docente da escola e o responsável pelo trabalho e pela gestão dos recursos recebidos.

2.4) O material enviado para a inscrição não será devolvido e os avaliadores podem solicitar informações e documentação complementares.

2.5) A inscrição será gratuita.

2.6) Cada unidade escolar poderá apresentar mais de um projeto.

2.7) Não poderão participar do concurso pessoas que possuam algum grau de parentesco com os funcionários e/ou contratados da Organizadora e da ONG Ação Educativa.

3 - Critérios de avaliação dos projetos
Os projetos inscritos serão analisados em três etapas:
a) validação da inscrição conforme os critérios deste regulamento pela organização do Prêmio;
b) análise e seleção de 20 projetos por um comitê técnico, formado por pessoas externas à Ação Educativa e à Organizadora;
c) seleção dos 7 melhores projetos por uma Comissão Julgadora.

3.1) Divulgação dos resultados
Em 20 de outubro de 2009 serão divulgados os resultados por meio dos sites www.cartanaescola.com.br e www.acaoeducativa.org/premio e comunicado por telefone aos gestores dos projetos selecionados.

Critérios de avaliação que nortearão as etapas acima descritas:
I. Inserção do projeto nos termos da definição de sustentabilidade expressa na apresentação do Prêmio.
II.Viabilidade técnica e jurídica para a implementação do projeto.
III.Adequação dos recursos disponibilizados aos fins declarados no projeto.
IV. Cronograma factível e compatível com os objetivos a serem alcançados pelo projeto.
V. Ser concebido e executado por professores e alunos de uma unidade escolar com apoio ou não de organizações não-governamentais (ONGs), associações de bairro ou instituição que ofereça apoio técnico.
VI. O projeto deve ser original e desenvolvido ao longo de um período de 6 meses do calendário escolar (fevereiro a julho de 2010).
VII. A elaboração e realização do projeto devem implicar ação de caráter transformador na comunidade-escola ou na comunidade de maneira mais ampla (o entorno,a rua, o bairro,a cidade).
VIII. Será considerado o critério de proporcionalidade entre o número de projetos inscritos e premiados conforme as regiões do país.

4 - Premiação
Haverá um evento de premiação em novembro de 2009 e as sete escolas selecionadas deverão enviar o Gestor do projeto como representante para receber o prêmio. Os gestores serão hospedados na cidade de São Paulo, em local a ser oportunamente definido pela Organizadora, responsável pelo transporte dos grupos de ida e volta a sua cidade, translado em São Paulo, alimentação e hospedagem durante o período de permanência do grupo.

5 - Prêmio
As escolas que tiverem seus projetos escolhidos pela Comissão Julgadora receberão como prêmio:
• Certificado de participação.
• Uma assinatura da revista Carta na Escola válida por 1 ano.
• Bolsa integral no curso “Sala de Aula Interativa”, na modalidade Educação à Distância oferecido pelo SENAC.
• As unidades executoras serão depositárias do prêmio em dinheiro que tem a finalidade de viabilizar a implantação dos projetos. A escola inscrita deverá indicar no ato da inscrição o valor do projeto, que poderá ser entre R$ 5 mil e R$ 20 mil reais. Serão premiados os 7 projetos mais bem avaliados pela Comissão Julgadora.

O valor do prêmio será depositado em uma conta corrente exclusiva para esse fim em nome da unidade executora. O prêmio será pago em três parcelas, sendo a primeira referente a 50% do total, depositada em 1º de fevereiro de 2010. A segunda parcela, referente a 40% do valor total da premiação, será depositada após 60 dias e a terceira, referente aos 10% restantes, após 120 dias a contar do recebimento da primeira parcela.

5.1) Gestão dos recursos
A implantação do projeto e a utilização dos recursos financeiros disponibilizados pelo Prêmio Minha Comunidade Sustentável serão de responsabilidade do Gestor indicado na ficha de inscrição pela unidade executora.
A implantação do projeto será monitorada por um responsável designado pela Organizadora e pela ONG Ação Educativa e deverá acontecer até o final de julho de 2010.

O Gestor do projeto será responsável pela prestação de contas com notas fiscais, recibos e relatório de utilização dos recursos para serem enviados à Comissão Organizadora do Prêmio até 10 dias antes da data de depósito da parcela seguinte.
O modelo de relatório será enviado por e-mail ao Gestor do projeto imediatamente após o pagamento da primeira parcela.

Os relatórios e as comprovações de gastos devem ser enviados para a Ação Educativa, rua General Jardim, 660, São Paulo, CEP 01223-010, em envelope identificado como Prêmio Minha Comunidade Sustentável – Relatório.
Os recursos devem ser gastos entre fevereiro e julho de 2009, não sendo possível estender esse prazo.

Os recursos recebidos não poderão ser gastos com remuneração de pessoal, despesas com alimentação, transporte e estadia. A compra de equipamentos e insumos deve estar diretamente relacionada às necessidades do projeto.

A liberação das parcelas estará condicionada ao envio e à aprovação dos relatórios. Caso o relatório não seja aprovado, será devolvido com as recomendações para ser refeito e reenviado. A não aprovação da prestação de contas implica desclassificação do projeto e a devolução dos valores já recebidos em até cinco dias úteis após a comunicação por carta.

Cada projeto poderá receber uma visita técnica com a finalidade de acompanhar a sua implementação.

6 - Cessão de Direitos – Autorizações
6.1) O Prêmio tem caráter exclusivamente cultural, sem nenhuma modalidade de sorteio ou pagamentos pelos concorrentes nem é vinculado à aquisição de qualquer bem, direito ou serviço.

6.2) Fica desde já estipulado que a inscrição da unidade executora no Prêmio Minha Comunidade Sustentável autoriza que a Organizadora possa, sem ônus, por qualquer meio ou forma, parcial ou totalmente, expor e divulgar publicamente o Projeto, sua abrangência, o nome dos participantes, de terceiros que nele estejam envolvidos a qualquer título, o apoio a ele conferido, bem como o material descritivo correspondente ao Projeto.

6.3) A autorização é outorgada em caráter de exclusividade, de forma definitiva, total, irrevogável e irretratável, sendo válida no Brasil e em todos os demais países, sem restrição de espaço, tempo, idioma e quantidade de exemplares, e permitirá à Organizadora a utilização por meio de: impressos em geral, mídia, material publicitário, sites, CD-ROM, disquete, DVD, revistas eletrônicas e digitais, conferências, palestras, relatórios, convites, folders, folhetos, livros, compilações, fotografias, slides, outdoors, catálogos, cartazes, calendários, enciclopédias, produtos culturais, exposições itinerantes ou não, em qualquer local, mostras nacionais ou internacionais, outros materiais institucionais, promocionais ou publicitários.

6.4) Os integrantes dos grupos cedem, a título gratuito, à Organizadora o direito de uso de seus nomes, imagens e depoimentos, para fins de divulgação do II Prêmio Minha Comunidade Sustentável.

7 - Disposições Gerais
O não cumprimento pelos grupos inscritos das disposições deste Regulamento e das demais instruções fornecidas durante o processamento do concurso implicará sua desclassificação.

As decisões da Comissão Julgadora serão soberanas e irrecorríveis, não cabendo recursos aos concorrentes qualquer contestação de tais decisões, bem como dos seus resultados. Os casos não previstos por este regulamento serão discutidos e acordados pela Comissão Organizadora do Prêmio Minha Comunidade Sustentável.

As despesas referentes à elaboração e ao envio dos projetos e quaisquer outras necessárias para a participação no concurso correrão por conta dos próprios inscritos.

Comissão Organizadora do Prêmio Minha Comunidade Sustentável
Entre em contato: 11- 3151-2333, ramal 111


Fonte: Ação Educativa

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Fundação Banco do Brasil e BNDES fazem acordo de cooperação

O presidente da Fundação Banco do Brasil (FBB), Jacques Pena e o diretor de inclusão social do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Élvio Gaspar, assinaram acordo de mútua cooperação técnica e financeira entre as instituições. O documento, que tem vigência de cinco anos, objetiva a redução de desigualdades, a inclusão social e o desenvolvimento territorial sustentável, por meio da realização de um total de R$ 200 milhões de investimentos sociais.

A cada ano, os parceiros destinarão R$ 40 milhões para o patrocínio da estruturação de empreendimentos da economia solidária, reaplicação de tecnologias sociais e apoio a promoção do desenvolvimento integrado com enfoque territorial.

Cada uma das instituições participará com R$ 20 milhões por ano, sendo os recursos do BNDES oriundos do Fundo Social da instituição, enquanto os da Fundação Banco do Brasil são provenientes de seus recursos próprios.

Para Jorge Streit, diretor de desenvolvimento social da Fundação Banco do Brasil, o convênio é de altíssimo interesse. Ele explica que o acordo está centrado em eixos nos quais a Instituição atua desde 2003 - tecnologias sociais, cadeias produtivas e desenvolvimento territorial, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

"Esta parceria olha para ações nas quais já estamos focados e para as regiões que priorizamos. Para o BNDES, a capilaridade da Fundação Banco do Brasil é também de interesse estratégico. È um convênio bom para os dois lados e a tendência é que seja bem sucedido", afirma.

Atuação conjunta
O acordo de cooperação prevê a elaboração anual de um Plano Tático de Atuação Conjunta FBB-BNDES, contendo a indicação dos investimentos a serem realizados no período. Um Comitê Técnico Executivo (CTE), composto por representantes da FBB e do BNDES, atuará na elaboração do plano, na seleção de iniciativas e no acompanhamento dos projetos aprovados.

O plano de atuação para 2009, que inaugura a parceria, indica investimentos sociais de R$ 14,7 milhões nas cadeias produtivas da cajucultura, mandiocultura, apicultura e reciclagem. Também estão previstos investimentos sociais da ordem de R$ 11,7 milhões na reaplicação das tecnologias sociais Produção Agroecológica Integrada Sustentável (PAIS), que tem foco na segurança alimentar e geração de trabalho e renda, e Fossa Séptica Biodigestora, que objetiva a melhoria das condições de saneamento básico.

Além disso, o documento direciona R$ 11,9 milhões para ações de desenvolvimento territorial, em regiões como o Vale do Urucuia, o Vale do Rio Doce, a bacia do rio São Bartolomeu e a Mata dos Cocais. Desse total, cerca de R$ 6,7 milhões estão destinados para o desenvolvimento sustentável dos entornos de grandes projetos do BNDES.


redeGIFE Online, 04/09/09

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Educação é o tema escolhido em 2009 pelo FIES - Fundo Itaú Excelência Social

O FIES (Fundo Itaú Excelência Social) é uma opção de investimento socialmente responsável, pois destina 50% da taxa de administração a organizações não - governamentais voltadas para as áreas de Educação Infantil, Ambiental e para o Trabalho.

Lançado em 2004, o FIES já contribuiu para a sustentabilidade de 57 programas,em diversos estados do país. Neste ano, além das organizações não - governamentais, programas do UNICEF no Brasil também receberão uma porcentagem deste investimento social.

Com o FIES, todos se beneficiam.

Clique e veja o Edital.

O tema de 2009
Educação é o tema escolhido em 2009 para a seleção dos programas sociais a serem apoiados.

São considerados PROGRAMAS, para fins do PIPS FIES (uma iniciativa do Banco ltaú S.A., implementada com o apoio da Fundação ltaú Social, cujo objetivo é estimular o trabalho de ONGs em programas sociais educacionais, através de investimentos em seu desenvolvimento e sustentabilidade), aqueles que estejam em execução em uma das categorias expostas a seguir, realizando atendimento direto a crianças adolescentes e jovens ou ações voltadas à formaçõa de educadores das mesmas categorias:

Educação Infantil:
Relativa ao desenvolvimento de crianças com idade entre 0 e 5 anos, com ações executadas por organizações registradas nos Conselhos Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de suas cidades.

Educação Ambiental:
Relativa à formação de atitudes de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos e promoção de conhecimentos necessários para a preservação e melhoria da qualidade ambiental, com ações realizadas por organizações registradas nos CMDCAs de suas cidades.

Educação para o Trabalho:
Relativa à preparação de adolescentes e jovens de 14 a 24 anos para a inserção no mercado de trabalho. As organizações cujos programas atendem adolescentes deverão ser registradas nos CMDCAs de suas cidades.


Fonte: FIES

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Banco federal deve operar Fundo Social

O Fundo Social (FS), que será criado para gerir os recursos a que a União tiver direito por conta da exploração do petróleo da camada pré-sal, deverá ser operado apenas por instituições financeiras federais, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

A possibilidade de operação por meio de instituições financeiras já havia sido mencionada na apresentação feita pelo governo na segunda-feira. No entanto, quando questionada sobre o assunto, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não deu detalhes sobre quais seriam essas instituições.

O texto do projeto de lei enviado pelo governo ao Congresso traz no Artigo 8º o seguinte texto: "A União, a critério do CGFFS (Comitê de Gestão Financeira do Fundo Social), poderá contratar instituições financeiras federais para atuarem como agentes operadores do FS, as quais farão jus a remuneração pelos serviços prestados."

Como se estima que o fundo administre dezenas de bilhões de dólares em recursos, trata-se de um belo negócio para essas instituições, ainda que a responsabilidade sobre a gestão não seja dos bancos.

Conforme o projeto de lei, o Fundo Social terá duas instâncias que definirão a alocação dos recursos do pré-sal e também o que fazer com os rendimentos.

O Comitê de Gestão Financeira do Fundo Social será responsável pelos investimentos do FS. Caberá a ele definir os seguintes pontos: o montante que poderá ser resgatado do fundo anualmente, para preservar sua sustentabilidade financeira; o percentual mínimo e máximo dos investimentos a serem feitos no país e no exterior; os limites de investimento por setor ou atividade econômica; e a capitalização mínima a ser atingida antes que se faça qualquer tipo de resgate.

Já o Conselho Deliberativo do Fundo Social (CDFS) vai determinar as prioridades para destinação dos recursos que forem resgatados do FS, respeitando a regra de que o dinheiro deve ir para educação, combate à pobreza, cultura, ciência e tecnologia e sustentabilidade ambiental. Segundo o projeto, este conselho será formado por representantes da sociedade civil e também de membros da administração pública.

Na exposição de motivos em que justificam a apresentação do projeto, os membros do governo ressaltam que querem apartar os recursos do Fundo Social do orçamento fiscal federal. Isso significa, portanto, que a renda obtida com a exploração do petróleo do pré-sal não poderá ser usada para os gastos de custeio e investimentos tradicionais do governo.

Os cinco ministros que assinam o texto apresentam três justificativas para esse tratamento distinto.

A primeira é que o petróleo e o gás natural são recursos não-renováveis e que a constituição do Fundo Social será importante para garantir que não somente a geração atual usufrua dos benefícios de sua exploração.

O segundo ponto mencionado é que as receitas petrolíferas são voláteis, uma vez que dependem dos preços de mercado. Se o dinheiro do pré-sal fosse incorporado ao orçamento, poderia haver um desestímulo à "busca do fortalecimento institucional e da qualidade do gasto público". Como consequência, nos momentos de baixa da cotação do petróleo, isso poderia trazer problemas para o financiamento das despesas públicas.

Como terceiro argumento para criação do Fundo Social, os ministros citam a preocupação em se evitar o ingresso no país de grandes volumes de moeda estrangeira, o que pode conduzir a "uma tendência permanente à apreciação cambial, reduzindo a competitividade dos produtos nacionais e provocando atrofia de outros setores da economia".


Fernando Torres
Valor Online, 04/09/09

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Fundo “Avon Viva o Amanhã” abre inscrições

A Avon Brasil anuncia a nova fase do “Fundo Avon Viva o Amanhã”, com um modelo diferente de avaliação e entrega de recursos financeiros a projetos socioculturais em todo o Brasil. Até o final de 2009, a empresa destinará meio milhão a iniciativas que objetivam contribuir para o desenvolvimento das pessoas, potencializando a transformação da sociedade por meio do exercício de valores femininos.

As inscrições de projetos indicados por revendedores começam hoje e se encerram em 16 de outubro, pelo site do Fundo.

O Fundo está pautado nos valores femininos de coexistência, cooperação e co-inspiração, aproveitando a própria experiência da empresa, que há 51 anos no Brasil vem construindo redes de relacionamento, hoje com mais de 1,1 milhão de revendedoras e revendedores, convidando-os a detectar programas e projetos que colaborem para desenvolver cidadãos, transformar vidas e elevar a auto-estima das pessoas.

Desde 2007, o Fundo á beneficiou 14 projetos com doações que ultrapassam R$ 500 mil. Até hoje, o site www.vivaoamanha.com.br, onde as entidades cadastram seus projetos, indicados por revendedoras e revendedores autônomos, registrou mais de 31 mil acessos, 988 indicações e 277 inscrições finalizadas.

“Vimos aprendendo muito com os investimentos socioculturais que a Avon vem realizando pelo país nos últimos anos, levando em conta nossa experiência em promover relacionamentos, a essência da venda direta. Notamos que o Fundo poderia se tornar ainda mais alinhado a outras iniciativas de Investimento Social que a empresa vem realizando, por exemplo, com o Instituto Avon”, declara o presidente da Avon Brasil, Luis Felipe Miranda. “Por isso, nesta edição estamos oferecendo às entidades a possibilidade de participação numa categoria que potencializará ainda mais nosso esforço na redução da Violência Doméstica”.

“Conseguimos com isso mobilizar todas as pessoas conectadas à empresa, desde os funcionários quando participam do Comitê de Patrocínio Socialmente Responsável até a consumidora, que percebe o benefício levado à sua comunidade por meio de um projeto social”, acrescenta. O Fundo contemplará projetos em duas categorias. Ações que previnem ou extinguem a violência doméstica, nova categoria de avaliação, que complementa o trabalho já em andamento, desde 2007, do Instituto Avon.

Com isto, as revendedoras e revendedores poderão indicar projetos de Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) ou portadoras de Certificado de Utilidade Pública Federal nestas duas categorias: Não à Violência Doméstica e Empreendedorismo Cooperativo. Neste último, os projetos devem visar a geração de renda e desenvolvimento sustentável na comunidade, baseadas em processos participativos democráticos, na não-violência ativa e na equidade de oportunidades de trabalho e aprendizado.

Para esses programas, a Avon doará R$ 500 mil em 2009, 43% a mais que nos últimos dois anos. Além disso, como nos outros editais, a revendedora ou revendedor que indicou o projeto vencedor recebe uma homenagem da empresa com um certificado que a (o) nomeia como Agente de Vida da comunidade onde vive.

“Percebemos que esta iniciativa tem proporcionado transformações concretas nas localidades dos 14 projetos contemplados. Isto colaborou para amadurecer a ideia de torná-la mais ampla, beneficiando ainda mais pessoas. E os revendedores têm respondido ao nosso convite, ajudando a Avon a destinar recursos a projetos com alto grau de efetividade, pois atendem as necessidades reais das pessoas”, explica a diretora de comunicação da Avon Brasil, Kátia Gianone.

A Avon reformulou também o site www.vivaoamanha.com.br para receber as novas inscrições de projetos indicados por revendedoras e revendedores e esclarecer dúvidas sobre o novo regulamento. O período para indicação de projetos da fase 2009 será de 1º de setembro a 16 de outubro de 2009.

Os projetos indicados serão selecionados pelo Comitê de Patrocínio Socialmente Responsável da Avon, após análise de parecerista externo. Todos os projetos serão julgados de acordo com critérios, como Pertinência em relação à proposta definida pela categoria; Relevância da metodologia; Adequação da aplicação dos recursos; Viabilidade técnica; Amplitude dos efeitos na comunidade e Amplitude e qualidade da participação de mulheres, crianças e/ou jovens.


redeGIFE Online, 04/09/09

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sábado, 5 de setembro de 2009

Grupo analisa tendências para o investimento social privado

Encontro realizado pelo GIFE, no último dia 28 de agosto, em São Paulo, reuniu 32 dos principais investidores sociais de origem privada no Brasil para debater os rumos da área para os próximos anos. Ao analisar as tendências que se apresentam, hoje, no panorama nacional e internacional, os participantes mostraram o quanto elas terão um impacto importante nas ações das empresas, institutos e fundações daqui para frente.

Com o apoio da Fundação Roberto Civita, o evento faz parte de uma série de encontros promovidos pelo GIFE para discutir os rumos do investimento social de origem privada, com seus associados e outros setores da sociedade. O processo irá subsidiar a construção da Visão GIFE de Investimento Social Privado para 2020, que será apresentada durante o 6º Congresso GIFE, programado entre os dias 7 a 9 de abril de 2010, no Rio de Janeiro.

Segundo o gerente de Conhecimento do GIFE, André Degenszajn, essas tendências devem ser vistas, no entanto, como processos. “Buscamos localizar essas tendências no tempo, indicando o momento em que elas emergem e ganham força. As nossas ações irão definir, em grande medida, como elas irão afetar o setor do investimento social e com qual intensidade", explica.

Investimento e Responsabilidade Social
Uma das primeiras tendências apontadas durante o encontro foi a já crescente aproximação da área de investimento social da gestão socialmente responsável das empresas. Sabendo que o primeiro é o repasse voluntário, planejado e monitorado para ações sociais de interesse público, a incorporação desses valores na cadeia produtiva trará impactos positivos para a gestão da empresa.

Segundo o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti, a convergência levará a benefícios, pois se trata da “unidade de inteligência social” das empresas trabalhando também para o negócio - seja como uma área dentro da organização, seja a aproximação de uma fundação ou instituto de seu mantenedor.

O alinhamento entre setores público e privado também foi apresentado como algo em curso nas ações promovidas pelo grupo, sendo visto de vital importância para as ações voltadas ao bem comum. No entanto, na visão dos participantes do encontro, a efetivação dessa convergência, com influência em políticas públicas nas mais diversas áreas, se dará apenas em longo prazo.

Diversificação do setor
A ampliação dos modelos de investimento social foi levantada com especial atenção durante o debate do grupo. Segundo Rossetti, no Brasil, ainda há uma predominância do investimento social corporativo, em comparação a outros formatos, como o comunitário, o familiar e o independente.

O desafio para diversificar a origem dos recursos, segundo os participantes, deve-se, no entanto, à falta de um marco legal para o setor, que incentive a formação de novos grupos de investidores. Como é necessário um trabalho anterior para criar esse ambiente regulatório propício, com envolvimento do Estado, uma ampliação desses modelos será vista apenas no final da próxima década.

Também em longo prazo será percebido o envolvimento de micro, pequenas e médias empresas como atores importantes do investidores sociais. Com menos recursos, sejam eles financeiros ou humanos, essas organizações têm, pelo menos no Brasil, uma participação ainda muito pequena no setor, adotando práticas mais assistenciais e pulverizadas.

Com base nesse cenário, um prognóstico promissor, levantado pelos participantes, é o de estimular essas organizações a investir em bloco, em especial nas iniciativas locais. Um bom exemplo são as fundações comunitárias, geridas por representantes da comunidade local, que criam mecanismos de sustentabilidade para ações em uma base territorial definida.

Afinal, a ampliação do investimento em desenvolvimento comunitário também apontada como tendência certa para os próximos anos. Não por acaso, o GIFE e a RedAmerica - Rede Interamericana de Fundações e Ações Empresariais para o Desenvolvimento de Base firmaram em junho deste ano a Aliança GIFE – RedEAmérica, para qualificar empresas e fundações a trabalhar com o tema. (leia mais).

Por outro lado, também foi apontado, principalmente a partir de uma perspectiva internacional, que serão apropriados novos temas para investimento, em médio prazo. Eles serão levados ao setor a partir das demandas sociais. Esse é o caso de alguns filantropos europeus, que agora debatem sobre como podem combater a exclusão social de imigrantes em seus países.

Escassez de recursos
Os pontos mais negativos e de curto prazo analisados na reunião realizada no dia 28 foram: a redução dos recursos internacionais para o Brasil e a cada vez maior competição de financiamento entre organizações. Enquanto as grandes agências de cooperação internacional voltam seus recursos para a África, tal como as grandes fundações do hemisfério Norte, as organizações sociais no Brasil veem esvaziar suas fontes de captação.

Segundo Fernando Rossetti, o financiamento da área social do país se dá de outras quatro formas, além da ajuda internacional: pelo governo, principalmente por meio de concessões de certificados para organizações de ação direta em saúde, educação e assistência social; por igrejas, que, invariavelmente, mantêm os recursos em projetos comunitários; produtos e serviços, oferecidos por ONGs a partir de sua expertise (consultoria, qualificação etc) e da filantropia.

“A crise de sustentabilidade no terceiro setor é estrutural”, afirma Rossetti.

Nessa equação, é possível perceber que os cofres começaram a minguar. Daí, a necessidade de fortalecer novos modelos de financiamento além do corporativo. A saber, de acordo com o Mapa do Terceiro Setor, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em 2005, somente 13% das doações privadas eram provenientes de indivíduos.

Por isso, a emergência de modelos de filantropos no Brasil discutida no encontro. Isso significa dizer que o país precisa de exemplos para criar uma cultura de doadores individuais, tal como ocorre na América do Norte e em partes da Europa.

Na prática, é fazer com que grandes personalidades (em especial do mundo empresarial) deixem de fazer anonimamente suas doações para estimular outros a fazerem o mesmo. Porém, apesar de ser importante para a sobrevida do setor, o diagnóstico de mudança de cultura sempre está associada a processos de longo prazo.

Nesse cenário, não é de se espantar a necessidade cada vez mais urgente de um setor mais planejado e estruturado, que tenha metas definidas e adotem padrões elevados de transparência e accountability, como mostra mais uma tendência debatida no evento.

Como se trata uma necessidade imediata, a profissionalização do terceiro setor é imprescindível para a área de Investimento Social Privado. “As organização devem buscar excelência profissional para lidar com esses desafios.”

Made in Brazil
Sob uma perspectiva global, também foi levantada a ampliação da filantropia internacional, em que o Brasil tem uma participação de destaque. “Passamos a exportar tecnologias sociais, levando modelos para outros países”, lembra Rossetti.

Um exemplo, é a metodologia do programa "Nossa Escola Pesquisa Sua Opinião" (Nepso), elaborada pelo Instituto Paulo Montenegro, que estimula o uso das pesquisas de opinião como instrumento pedagógico. Sob esse ponto de vista, é inequívoca a tendência do Brasil se tornar um player de relevância nesse jogo.


Veja lista de organizações participantes:
Empresas
Grupo Santander, Promon, TV Globo, Banco Bradesco, Comgas- Companhia de Gás de São Paulo, Natura, CCR - Companhia de Concessões Rodoviárias e AES Brasil

Institutos
ibi, Paulo Montenegro, Razão Social, Société Generale, Nextel, United Way Brasil, Embraer de Educação e Pesquisa, Avon, BM&F Bovespa e Gerdau,

Fundações
Abrinq, Itaú Social, Victor Civita, Cargill, Banco do Brasil, Arcelor Mittal Brasil, Telefônica e Bradesco.


Rodrigo Zavala
redeGIFE Online, 31/08/09

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Itaú Unibanco e MIT firmam parceria e criam fundo de pesquisa em sustentabilidade

Recursos estimularão discussão de temas relevantes para América Latina e Brasil

O Itaú Unibanco e o MIT Sloan School of Management (Escola de Negócios do Massachusetts Institute of Technology) acabam de firmar uma parceria com o objetivo de contribuir para as discussões sobre sustentabilidade no Brasil e América Latina. O banco investirá US$ 500 mil, que serão aplicados em duas importantes frentes de trabalho.

A principal delas é a constituição do Itaú Unibanco Sustainability Fund. Este fundo deverá promover a pesquisa e o desenvolvimento de projetos ligados ao tema sustentabilidade e a questões relevantes para América Latina e Brasil. Ele beneficiará estudantes e professores de graduação do MIT e universidades brasileiras, além de envolver também líderes empresariais, governamentais e de ONGs.

Parte do fundo será destinado para estudantes de graduação do MIT que explorarem desafios relevantes enfrentados pelo Brasil e América Latina em áreas como desenvolvimento econômico sustentável, desigualdade econômica e social, o papel da América Latina para a redução dos gases de efeito estufa, oportunidades para o uso de combustíveis renováveis, aumento da biodiversidade e agricultura sustentável.

Os recursos também poderão ser utilizados por projetos de universidades brasileiras, alinhados com os tópicos citados acima. Serão projetos colaborativos, realizados por um time de estudantes de universidades brasileiras e estudantes do MIT, que devem trazer a realidade local e, ao mesmo tempo, garantir um intercâmbio de experiências e conhecimentos.

“O Brasil é um player importantíssimo para o desenvolvimento sustentável, e possibilitar esse intercâmbio contribuirá para entendermos os ativos brasileiros, suas vantagens competitivas e atitudes frente ao desafio do desenvolvimento sustentável”, afirma Sonia Favaretto, superintendente de Sustentabilidade do Itaú Unibanco.

Ainda será realizado um workshop no MIT, com as universidades brasileiras envolvidas, para discutir a situação atual, trazer inputs para projetos futuros e ampliar o conhecimento de todos os envolvidos. Um outro workshop será realizado no Brasil, ou em outro país da América Latina, para promover discussões locais e regionais, envolvendo a comunidade acadêmica, governo, líderes empresariais, ONGs e outros importantes stakeholders.

“Acreditamos que esta parceria contribuirá ainda mais com o avanço dos debates sobre os desafios da sustentabilidade no Brasil, na América Latina e no mundo. Aliando os casos práticos e trazendo as contribuições da comunidade acadêmica poderemos ter um debate mais maduro sobre o tema, trazendo oportunidades que beneficiarão o governo, as empresas e a sociedade como um todo” afirma Richard Locke, vice-reitor da MIT Sloan School of Management.

A parceria prevê ainda a realização de fóruns de debate com lideranças do Itaú Unibanco. O objetivo é engajar e mobilizar ainda mais os executivos, buscando entender quais são as estratégias necessárias para garantir a perenidade dos negócios e o posicionamento da organização em prol da sustentabilidade, contribuindo com a sociedade e minimizando os impactos socioambientais.


Fonte: Comunicação Corporativa – Itaú Unibanco
(11) 5019-8880/ 8881
imprensa@itau-unibanco.com.br

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Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos

Encerram-se em 10 de setembro as inscrições para o Prêmio Citi Melhores Microempreendimentos. Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), Sociedades de Crédito ao Microempreendedor (SCM) e instituições financeiras ou organizações não-governamentais parceiras de instituições financeiras ou OSCIPs, que mantenham formalmente programa de concessão de microcrédito, podem inscrever microempreendimentos de sucesso.

A premiação destinará mais de R$ 50 mil em dinheiro a nove empreendedores em três categorias subdivididas por faturamento anual (até R$ 60 mil, de R$ 60 mil a R$ 120 mil e de R$ 120 mil a R$ 240 mil).

www.citi.com.br
responsabilidadesocioambiental@citi.com
(11) 4009-2004


Revista Filantropia On-line - nº211, 01/09/09

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Ministério da Justiça debate os rumos do Terceiro Setor

Nos dias 15 e 16 deste mês, a Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) reúne, em Brasília, especialistas de todos o país para o Seminário Terceiro Setor: Cenários e Desafios. O evento promoverá o debate sobre temas como a qualificação de entidades sociais, os 10 anos da Lei de Oscips, a liberdade de associação e controle, a isenção fiscal e as perspectivas de marcos regulatórios.

O Terceiro Setor é o termo utilizado a todas as iniciativas privadas de utilidade pública com origem na sociedade civil. É o que define diversas organizações em atuação conjunta com o Primeiro (Estado) e o Segundo (mercadológico) setores. Desde a Lei nº 9.790/99, a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, além da disciplina e do termo de parceria com o segmento, tem sido responsabilidade do Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (Dejus), que integra a SNJ, do Ministério da Justiça.

Para isso, o Dejus observa o princípio da universalização de alguns serviços, como a promoção da assistência social; cultura; educação gratuita, segurança alimentar, preservação ambiental, combate à pobreza; assessoria jurídica à população carente e cidadania. A parceria firmada entre o poder público e essas organizações discrimina direitos e obrigações das duas partes, e é precedida de consulta aos Conselhos de Políticas das áreas correspondentes de atuação nos respectivos níveis de governo.

Segundo o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, a participação de entidades sociais, como parceiras da administração pública, vem crescendo ao longo dos anos. "O momento é propício para discutir e, se necessário, revisar a legislação existente. É fundamental que todos os atores envolvidos nesse cenário possam debater, apresentar idéias e questionamentos", disse.

O secretário afirmou ainda que as discussões do seminário podem subsidiar decisões sobre novos marcos regulatórios para o Terceiro Setor. “Por isso esperamos a presença dos mais diversos representantes, entre eles membros do Conselho Nacional de Assistência Social, Casa Civil, Congresso Nacional, Ministério Público, Tribunal de Contas, Receita Federal e instituições filantrópicas, como a Confederação das Santas Casas de Misericórdia."

Serviço
Seminário Terceiro Setor: Cenários e Desafios
Data: 15 e 16 de setembro
Local: Hotel Lake Side – Brasília/DF
Inscrições: Por meio do site www.mj.gov.br (inscrições gratuitas - vagas limitadas)


Fonte: Ministério da Justiça

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A Samarco Mineração está com inscrições abertas para seleção pública de projetos sociais que tenham como foco a educação, a geração de renda e o empreendedorismo. As inscrições podem ser feitas até 11 de outubro. Os projetos selecionados receberão apoio da Samarco em 2010.

Podem se inscrever quaisquer organizações da sociedade civil, desde que legalmente constituídas e que não possuam fins lucrativos - além de órgãos públicos que atendem aos requisitos previstos no edital.

Podem se candidatar instituições do Espírito Santo e de Minas Gerais, localizadas em municípios onde a Samarco mantém unidades de negócios, ou nos municípios por onde passam os minerodutos.

Também podem participar os Comitês de Bacia Hidrográfica (CBHs) do Rio Piranga, Piracicaba e Doce (MG), Benevente e Itapemirim (ES).

As propostas devem ser enviadas para edital.projeto@samarco.com .

O edital completo está em www.samarco.com.


Fonte: Rets
ABCR, 03/09/09

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Anúncio da DM9DDB para WWF gera polêmica

Agência brasileira diz que peça para o WWF que faz referência ao 11 de setembro foi aprovada por "instâncias intermediárias" e veiculada em jornal de São Paulo, mas prontamente cancelada; a WWF Brasil a princípio negou, mas em comunicado conjunto ficou esclarecido que ela aprovou a peça

O site da revista norte-americana especializada Advertising Age, parceira de Meio&Mensagem, publicou nesta terça-feira, 1º, uma matéria em que faz duras criticas a um anúncio criado pela DM9DDB para a ONG WWF.

A peça mostra diversos aviões em baixa altitude indo em direção a uma Manhattan na qual o complexo do World Trade Center e suas duas torres gêmeas ainda existiam. E o texto afirma que o Tsunami matou muito mais gente do que o 11 de setembro, indicando que o ser humano deve se precaver (confira a foto).

A peça gerou discórdia e revolta nos norte-americanos e colocou em posições opostas a agência brasileira e o braço local da ONG.

Uma porta-voz da DM9DDB disse que a peça foi aprovada pelo WWF Brasil e que teve veiculação em um jornal de São Paulo, sem especificar qual. A aprovação teria ocorrido em "instâncias intermediárias", segundo a fonte. Quando as lideranças tomaram conhecimento, a campanha teria sido imediatamente suspensa. A peça, inclusive, chegou a participar de uma premiação, o One Show, o que pode ter sido o trampolim para que ela se tornasse conhecida em outros países. O anúncio está, no momento, sendo exibido pelo Blog Advertolog, neste link.

Em nota, a DM9DDB ressaltou que o anúncio Tsunami "foi criado por uma equipe da DDB Brasil que já não faz mais parte da agência". "A DDB Brasil pede desculpas a todos que tenham se sentido ofendidos pelo anúncio, que não deveria ter sido produzido e que não reflete a filosofia da agência", diz.

Em posição oposta, o braço brasileiro do WWF publicou em seu blog um comunicado no qual diz que a peça foi apresentada pela DM9DDB em dezembro de 2008, mas que não aprovou sua veiculação. "A relação entre atos de terrorismo, que vitimaram milhares de pessoas, com os efeitos das mudanças climáticas não é justificada em hipótese alguma e não está alinhada com a mensagem que a organização pretende passar para atingir seus objetivos de conservação da natureza e uso sustentável dos recursos naturais", disse a ONG brasileira, que lamentou profundamente o ocorrido.

A WWF global afirmou em comunicado não ter solicitado a produção e criação da peça e, mais do que isso, condenou o anúncio, dizendo que ele é ofensivo. "Este conceito foi sumariamente rejeitado pela WWF e jamais deveria ter visto a luz do dia. Representa um uso não-autorizado do nosso logo e estamos tomando ações para que sejam removidos dos websites onde estão publicados", diz a ONG.

Revolta nos EUA
O Advertising Age, que tem sede em Nova York, apontou que, "surpreendentemente, muitas pessoas pensaram que o anúncio foi mesmo assinado pela WWF". E que, nas palavras do repórter Ken Wheaton, "pior do que a ridícula imagem, foi o texto". Ele cita ao texto exibido na peça postada pelo Advertolog: "O Tsunami matou 100 vezes mais pessoas do que o 11 de setembro. Mas qual tsunami? O planeta é brutalmente poderoso. Respeito-o. Preserve-o".

O jornalista apontou que a peça é insensível e ressaltou que "Tsunamis não tem nada a ver com preservação ou conservação. São tipicamente causados por terremotos ou outras forças geológicas, que, segundo checamos, não são afetados pela extinção de animais, desflorestamento ou aquecimento global". Os comentários da matéria pelos leitores do site também atacaram fortemente o anúncio da agência brasileira.

Comunicado em conjunto
A WWF Brasil e a DM9DDB emitiram durante a tarde desta terça-feira, 2, um comunicado em conjunto em que esclarecem que o anúncio de fato foi aprovado de maneira equivocada pelo anunciante no final de 2008. "Fruto somente da inexperiência de alguns profissionais envolvidos de ambas as partes. E não de má fé ou desrespeito ao sofrimento americano", diz a nota.

Elas confirmaram que o anúncio foi veiculado somente uma vez em um jornal de São Paulo, cujo nome não foi revelado, e que chegou a participar de um festival internacional. Ambas lamentaram o ocorrido e pediram desculpas a todos os que se sentiram atingidos.

Leia notícia mais recente sobre esta polêmica:
DM9 inscreveu em Cannes a campanha polêmica da WWF


Felipe Turlão
Meio & Mensagem Online, 02/09/09

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