segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Vote: Melhores da Twittosfera 09

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Leandro Valiati: Economia da Cultura, um desafio para o Brasil


A Economia da Cultura é um tema que demorou a pegar no País. Um dos motivos que podem explicar esse atraso, segundo Leandro Valiati, é o próprio conservadorismo dos economistas brasileiros. Apesar de ainda caminhar a passos lentos, este ramo da economia tem tudo para ser um dos que mais evoluirão nos próximos anos em território nacional.

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Pixel por Sonhos

Lançada em abril, a campanha Pixel Por Sonhos pretende ajudar 1,5 crianças e contribuir para a viabilização de ações que podem beneficiar indiretamente outras 25 mil em todo o Brasil. A iniciativa consiste basicamente na compra desses elementos virtuais, no valor de R$ 3, que serão revertidos para quatro instituições: Vida Jovem (SP), Projeto NUA, da Nova União da Arte (SP), Apae de São Jão do Meriti e Fundação Leila Paz (RJ).

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Gestão corporativa como ferramenta de sucesso

Sua entidade está preparada para o atual mercado social e a sustentabilidade? Quais são as ações praticadas e metas a curto e médio prazo para o sucesso na gestão e alcance de seus objetivos sociais? Enfim, sua entidade está suficientemente profissionalizada ou ficou para trás?

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Inscrições para o Prêmio Chico Mendes prorrogadas até 10 de novembro


O Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente foi instituído pelo Ministério do Meio Ambiente, em 2002, com o objetivo de valorizar e incentivar iniciativas de proteção do meio ambiente que contribuam para a promoção do desenvolvimento sustentável da região amazônica brasileira.

Em 2009 premiará as categorias: Liderança Individual, Organização da Sociedade Civil, Negócios Sustentáveis, Educação Ambiental, Saúde e Meio Ambiente e Município.

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Um clique por vez

Raramente publico alguma coisa em inglês. Mas o vídeo abaixo vale a pena ser visto, mesmo que sem legendas. Achei no blog da Jandira Feijó. Segue, acompanhado do texto original.

MASSIVEGOOD é um movimento de angariação de fundos que combina micro-meios de comunicação social com filantropia. A idéia é convidar os viajantes fazer uma pequena doação ($ 2 / 2 € / £ 2) através de um simples clique a cada vez que comprarem um bilhete, seja online ou através de um agente de viagens.



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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Colocou seu nome no Twitter em leilao e recebeu oferta de 25 mil

O nome de usuário @Drew está sendo vendido em leilao pelo dono desse perfil no Twitter, Drew Olanoff. Quer levantar fundos para a LiveStrong Foundation, entidade fundada pelo ciclista Lance Armstrong para ajudar pessoas com cancer.

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Paola Oliveira quer ser musa ambiental

Intérprete de Verônica, a vilã de "Cama de Gato", que estreia hoje, na Globo, Paola Oliveira quer aproveitar a história da novela para apoiar causas ambientais. O folhetim das seis se passa em uma fábrica de perfumes ecologicamente responsável.

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Empresa de telemarketing se beneficia de lista de bloqueio

As empresas de telemarketing reclamaram da implantação do cadastro de usuários de telefones fixos e celulares que não desejam receber as suas ligações, feita pelo Estado de São Paulo no início do ano. Mas o relativamente pequeno número de adesões acabou transformando a lista em uma valiosa ferramenta para guiar a estratégia dessas companhias.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Abemd vai à mídia mostrar que "os tempos mudaram"


Associação Brasileira de Marketing Direto lança nova campanha para frisar a importância do universo digital em seu setor

"Os tempos mudaram". Com esse conceito, a Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) volta à mídia em um esforço de conscientização do público e do mercado publicitário a respeito da importância das práticas e ações de marketing direto em um momento no qual as mídias e os consumidores encontram-se em conexão ininterrupta.

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Samarco recebe projetos para seleção até 11 de outubro



Serão priorizadas atividades nos municípios onde a Samarco tem unidades de negócio

A empresa apoiará prioritariamente projetos e ações nas áreas de educação e de apoio a iniciativas de geração de renda e empreendedorismo, tendo como beneficiárias instituições públicas ou instituições da sociedade civil que atuam com finalidade pública. O objetivo geral é o desenvolvimento local integrado e sustentável entendido como desenvolvimento territorial ou de base, que indica a espacialização e a integração das intervenções como características básicas.

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Seminário discute sustentabilidade e mobilização de recursos para organizações sociais no Nordeste

A Aliança Interage e o Diálogo da Cooperação Internacional Nordeste promovem, de 30 de setembro a 2 de outubro, no Recife, o “Seminário Sustentabilidade e Mobilização de Recursos para Organizações da Sociedade Civil (OSCs)”. O evento acontecerá no auditório José de Anchieta, na Universidade Católica de Pernambuco. A iniciativa tem o intuito de fortalecer as OSCs do Nordeste sobre a perspectiva da sustentabilidade e da Mobilização de Recursos para as suas causas e missões institucionais.

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Felicidade Interna Bruta na prática


De 20 a 23 de novembro, o Brasil reunirá pessoas de todo o mundo com palestrantes como Lyongpo Jigme Thinley, Leonardo Boff, Marina Silva, Susan Andrews e Marcos Arruda, para avaliar como utilizar o FIB - índice de Felicidade Iterna Bruta, na prática.

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Projeto 10^100 do Google estará recebendo voto popular até dia 8

O Google abriu votaçao popular para o Projeto 10^100, de incentivo social e estímulo ao compartilhamento de idéias criativas que possam ajudar um grande numero de pessoas. As 5 melhores idéias vao receber USD 10 milhoes no total. Chegaram 150 mil ideias em mais de 25 idiomas e de 172 países. Do Brasil, sairam 5,5 mil propostas.




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Marketing - Emoções: mais inteligente é assumi-las


Para alcançarmos bons resultados em negociações, devemos assumir nossa humanidade, que é razão e emoção

Durante uma negociação, as emoções – nossas e da outra parte – podem tanto nos prejudicar quanto nos trazer vantagens em qualquer negociação. Se o que queremos é chegar a bons acordos, é melhor que saibamos como usá-las a nosso favor. Quem diz isso é Daniel Shapiro, que se dedica à solução de conflitos há quase trinta anos.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ministério da Cultura e Itaú Social promovem curso gratuito sobre avaliação econômica de projetos sociais

O Ministério da Cultura, por meio de sua Representação Regional Nordeste, em parceria com a Fundação Itaú Social e o apoio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), promove o curso Avaliação Econômica de Projetos Sociais que irá acontecer a partir de 5 de outubro, no campus da UFPE, em Recife.

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Instituto Fonte convida para Oficina de Avaliação de Projetos Sociais de ONGs

Um encontro para fortalecer a compreensão e a prática sobre avaliação de projetos sociais

O Projeto Avaliação, realizado pelo Instituto Fonte em parceria com a Fundação Itáu Social e com apoio do Instituto Paulo Montenegro seguirá aprofundando discussões sobre o “estado da arte” da avaliação no Brasil, apresentando os resultados da pesquisa IBOPE.

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Nestlé lança Prêmio mundial

A fim de estimular programas sociais voltados para questões como água, nutrição e desenvolvimento rural, a Nestlé S.A. lança mundialmente o Prêmio Nestlé de Criação de Valor Compartilhado, que reconhecerá ações inovadoras para aperfeiçoar o acesso a água e o seu gerenciamento; proporcionar desenvolvimento às comunidades rurais e oferecer melhores condições de alimentação às populações que sofrem de deficiências nutricionais.

Os projetos podem ser inscritos até o dia 31 de outubro por meio do site www.nestle.com/csv/csvatnestle/csvprize (em inglês).

O projeto selecionado receberá uma bolsa de até 500.000 francos suíços (cerca de R$ 800 mil), concedida à medida que as ações propostas no planejamento forem sendo executadas junto à comunidade. Desta forma, é selado um compromisso financeiro com a entidade, garantindo a continuidade das atividades. O vencedor será anunciado em abril de 2010 durante o “Fórum Anual Nestlé de Criação de Valor Compartilhado”, que será realizado pela Nestlé S.A.

O Prêmio Nestlé de Criação de Valor Compartilhado faz parte da estratégia mundial da companhia de criar valor não apenas para seus acionistas, mas também para a sociedade.

Atuando de acordo com este escopo de compromisso com a sociedade, a Nestlé leva benefícios diretos às regiões onde atua, por meio de investimentos de longo prazo, transferência de tecnologia e treinamentos. Globalmente, cerca de três milhões de pessoas – entre colaboradores, fornecedores, distribuidores, varejistas e suas famílias – vivem, direta ou indiretamente, das atividades da Nestlé.

O que estamos procurando
O Prêmio Nestlé de Criação de Valor Compartilhado procura programas inovadores que melhorem o acesso a água potável ou a sua gestão, que melhorem a vida de produtores e comunidades rurais ou que levem melhor alimentação a populações com problemas nutricionais.

Além de reconhecer sucessos e inovações nas áreas de Água, Nutrição e Desenvolvimento Rural, também queremos destacar esforços exemplares que beneficiem a comunidade local e que possam ser replicados em outros lugares.

Quem pode concorrer
Indivíduos, empresas, ONGs, Organizações Governamentais e Intergovernamentais e outras, contanto que sejam concentradas em desenvolvimento, eliminação de pobreza, melhoria da saúde e nutrição.

Como concorrer
Os interessados devem submeter seus programas por meio do formulário de inscrição que pode ser acessado através do link no final desta página.

Este formulário exige um resumo detalhado do plano de negócios e da ação atual, descrevendo claramente sua escala de atuação, sua possível implantação em outras comunidades e como seu crescimento pode levá-lo a uma ampla escala de atuação no período de três a cinco anos.

Premiação
O Prêmio Nestlé de Criação de Valor Compartilhado dará ao vencedor um investimento de até CHF 500.000 por um período de tempo especificado, para ajudar na implementação ou no desenvolvimento da inovação e levá-la a uma ampla escala de atuação.

Julgamento
Os projetos serão avaliados pelo Comitê de Classificação do Prêmio Nestlé de Criação de Valor Compartilhado – um organismo internacional e independente constituído de pessoas notáveis do meio acadêmico, da sociedade civil e da indústria. Eles receberão uma lista com cinco finalistas indicados pelo Comitê Consultivo para determinar o vencedor, que será anunciado no Fórum Anual de Criação de Valor Compartilhado.

Clique aqui para preencher o formulário de inscrição.


Fonte: Nestlé

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Participe da pesquisa Ibope sobre o desenvolvimento institucional de organizações sem fins lucrativos que atuam no Brasil

O Instituto Fonte, em parceria com a Fundação Itaú Social e o Instituto Paulo Montenegro, estão realizando uma pesquisa sobre o desenvolvimento institucional de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que atuam no Brasil.

Quem responder a pesquisa até o dia 30 de setembro e receba por e-mail um sumário executivo em outubro. Para participar clique aqui.

Os resultados desse mapeamento subsidiarão iniciativas e ações orientadas a apoiar o fortalecimento de organizações, movimentos e indivíduos que atuam no campo social.

O IBOPE Inteligência foi contratado para realizar esse estudo com todo o rigor técnico e sob o código de ética da atividade de pesquisa de mercado e opinião, que garante o total sigilo sobre a identidade e as informações individuais dos entrevistados.

Caso deseje mais informações sobre a pesquisa, acesse os sites: www.fonte.org.br ; www.ibope.com.br; www.ipm.org.br; www.fundacaoitausocial.org.br, ou entre em contato com Cinthya Ali Dominguez (3069-9530) e Henrique Santos (3069-9508) no IBOPE Inteligência. No Instituto Fonte o nome e telefone são: Adriana (11) 3032-1108.

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Edital Nós na Tela

Inscrições até 3 de novembro

O Programa Nós na Tela é um concurso de apoio à produção de obras audiovisuais de curta metragem, voltado a jovens das classes C, D e E, entre 17 e 29 anos, envolvidos em projetos sociais.

Para participar é simples. Basta ter entre 17 e 29 anos, ter tido ou ainda ter envolvimento com projetos sociais e ter cursado ou ainda estar cursando um curso de formação audiovisual ligado ao projeto. O conteúdo dos curtas metragens pode ser em forma de documentário ou telerreportagem e o tema - “Cultura e Transformação Social” - permite que os jovens possam mostrar as várias expressões de sua realidade. As inscrições ocorrem no período de 16 de setembro a 03 de novembro.

O MinC vai investir um total de R$ 600 mil para premiar 20 projetos selecionados. Portanto, cada diretor e/ou roteirista que tiver seu projeto aprovado poderá contar com um orçamento de até R$ 30 mil. Originalidade, criatividade artística e adequação ao tema “Cultura e Transformação Social” serão alguns dos critérios que vão definir a escolha dos projetos.

A Comissão de Seleção, composta por cinco especialistas na atividade audiovisual, será designada pela SAv, SAI e ABCCom. A partir do dia 14 de dezembro de 2009, será divulgada a lista dos 20 projetos selecionados e dos 10 suplentes.

Para fortalecer a política de descentralização regional, serão contemplados na lista inicial de aprovados, no mínimo, dois projetos de, pelo menos, quatro macrorregiões do país.

Acesse aqui o Edital Nós na Tela

Mais informações:
Telefone: (11) 5084-3252
nosnatela@cinemateca.org.br
www.culturadigital.br/nosnatela


Jane de Alencar, Ascom SAv/MinC

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Bolsa Agente Cultura Viva 2009

Inscrições até 30 de outubro

O Ministério da Cultura (MinC), por intermédio da Secretaria de Cidadania Cultural (SCC), abre até 30 de outubro inscrições para Pontos de Cultura que queiram concorrer à Bolsa Agente Cultura Viva 2009. Serão concedidas 90 bolsas de R$ 28 mil, totalizando um investimento de mais de R$ 2,5 milhões. Cada Ponto de Cultura deverá selecionar quatro jovens, totalizando 360 bolsistas.

A Bolsa Agente Cultura Viva 2009 é uma iniciativa da SCC/MinC e tem por finalidade selecionar 90 projetos de Pontos de Cultura cujo foco seja o protagonismo juvenil, empoderamento social e o desenvolvimento pessoal e social de quatro jovens na faixa etária de 15 a 29 anos, envolvidos em uma das ações do Programa Cultura Viva (Escola Viva, Griô, Cultura Digital, Cultura e Saúde e Ludicidade).

Há também a possibilidade de inscrição de jovens envolvidos nos seguintes eixos temáticos:

Criação, Circulação e Difusão da Produção Artística dos Pontos de Cultura, que incentiva o protagonismo dos jovens dos Pontos de Cultura envolvidos nasc redes de interações estéticas e na rede audiovisual no âmbito do Programa Cultura Viva. Consiste no desenvolvimento de um processo de criação e produção artística associada às trocas de experiências, linguagens, conhecimentos e realidades, levando em consideração a realização de eventos e o intercâmbio e compartilhamento de experiências desenvolvidas nos Pontos de Cultura.

Cultura e Cidadania, que incentiva o protagonismo dos jovens dos Pontos de Cultura envolvidos em ações de saúde, meio ambiente, economia solidária, e de todas as ações sócio-educativas que possam surgir no âmbito do Programa Cultura Viva.

O valor total de cada projeto será de R$ 28.240,00, sendo R$ 10 mil destinados ao Ponto de Cultura e R$ 18.240,00 para o pagamento aos quatro bolsistas. Cada jovem receberá o valor de R$ 4.560,00, divididos em 12 parcelas mensais.

Para serem indicados, os jovens devem passar por seleção pública organizada pelo próprio Ponto de Cultura. Com a Bolsa Agente Cultura Viva 2009, o MinC pretende estimular o empoderamento social e incentivar o protagonismo da juventude por meio da apropriação de ferramentas e mecanismos de criação, produção e fruição cultural e artística, de forma a promover o desenvolvimento pessoal e social de jovens envolvidos nas diferentes redes sociais.

A comissão avaliadora das propostas, composta por representantes do MinC, consultores e especialistas na área de juventude e educação, vão analisar critérios como a qualidade do projeto pedagógico, memorial dos jovens selecionados pelos Pontos de Cultura, proposta de trabalho que promova o fortalecimento da rede das ações que os jovens estão envolvidos e os projetos que fortaleçam a transversalidade entre as ações.

Confira o edital:
Edital Agente Cultura Viva 2009
Anexo 1 - Requerimento
Anexo 2 - Formulário de inscrição
Anexo 3 - Declaração

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61)2024 2508 ou pelo e-mail josiane.ribeiro@cultura.gov.br


Fonte: www.cultura.gov.br/cultura_viva

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Prêmio Pontos de Valor: SCC e PNUD

Inscrições até 30 de outubro

O Ministério da Cultura (MinC), representado pela Secretaria de Cidadania Cultural (SCC), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), abre inscrições para o Prêmio Pontos de Valor até 30 de outubro. Serão distribuídos 50 prêmios de R$ 10 mil aos Pontos de Cultura que apresentem as melhores práticas com foco na formação e promoção de valores de vida. No total, serão investidos R$ 500 mil.

O objetivo da premiação é identificar e mapear os Pontos de Cultura que apresentem práticas inovadoras em ações com foco na formação e promoção de valores de vida. A SCC/MinC e o PNUD querem contribuir para a compreensão das formas pelas quais os valores são transmitidos em diferentes meios e linguagens artísticas, inclusive a digital, com incentivo de uma política pública, subsidiando com isso a elaboração do Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional (RDH) 2009/2010.

O relatório busca identificar os desafios ao desenvolvimento humano no país e discutir alternativas para o trabalho rumo à superação desses desafios. Como parte da preparação desse Relatório, o PNUD, junto com seus parceiros, promoveu a Campanha Brasil Ponto a Ponto. A campanha pretendia definir o tema do RDH. Mais de meio milhão de pessoas em todo o Brasil participaram e escolheram o tema “Valores de Vida”.

Valores de vida são aqueles que vivemos, que praticamos. Eles não tratam apenas do que falamos, mas de nossas ações diárias. Entender porque praticamos ou não valores que dizemos ter e como eles são formados é um grande desafio a ser superado. Para tal é importante saber como os valores são transmitidos com sucesso. A vivência dos valores nos quais acreditamos é uma condição fundamental para termos uma vida melhor.

Neste sentido, considerando que a maioria das iniciativas dos Pontos de Cultura se baseiam em valores como compartilhamento, inclusão e solidariedade, a SCC/MinC, em parceria com o PNUD, concebeu o Prêmio Pontos de Valor.

Transmissão de valores
A comissão avaliadora das propostas vai analisar critérios como o caráter inovador da iniciativa em ações na promoção de valores de vida, relevância da iniciativa para o entendimento da forma como a transmissão de valores de vida pode contribuir para a construção de um mundo melhor, aplicabilidade da iniciativa para produzir e gerar conhecimento, qualidade técnica da iniciativa e capacidade de ampliação de suas ações para outras comunidades.

No valor do prêmio já estão inclusas as despesas com passagens, deslocamentos, hospedagem e alimentação, necessárias ao custeio da participação de pelo menos um representante da iniciativa selecionada em encontro a ser realizado pelo Programa Cultura Viva e o PNUD após a premiação.

Confira o edital e os anexos:
Edital - 2009
Anexo I - Requerimento
Anexo II - Formulário de inscrição
Anexo III - Declaração


Fonte: www.cultura.gov.br/cultura_viva

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Laboratórios B.Braun seleciona projetos culturais

Os Laboratórios B.Braun já estão recebendo projetos culturais para análise de apoio e patrocínio para o ano fiscal de 2010. Os trabalhos devem versar sobre a valorização da identidade brasileira e inclusão social.

Criada este ano, a política cultural B. Braun é voltada para as áreas de música, dança e literatura. O patrocínio ocorre por meio dos incentivos da Lei Rouanet. Pessoas físicas também podem enviar seus projetos desde que aprovados pela Lei.

Os interessados devem encaminhar e-mail para comunicacao_BR@bbraun.com


redeGIFE Online, 28/09/09

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Guia para fundações e institutos empresariais entra em audiência pública

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa e o GIFE disponibilizaram para consulta pública uma versão preliminar do primeiro Guia de Melhores Práticas de Governança para Fundações e Institutos Empresariais. O documento, que receberá contribuições até o dia 8 de outubro, dará subsídios instrumentais aos dirigentes dessas organizações para uma gestão mais eficaz.

O guia entende que fundações e institutos empresariais são entidades sem fins lucrativos mantidas por empresas ou seus acionistas, para execução direta ou apoio a projetos voltados especificamente ao interesse público.

"A participação via consulta pública permite que mais pessoas possam enriquecer a publicação. Além de melhorar e legitimar o texto do guia, esse processo também ajuda a provocar reflexão e fomentar as discussões sobre governança nas fundações e institutos empresariais, de forma que o lançamento seja mais efetivo", explica o gerente institucional do GIFE, Eleno Gonçalves.

Segundo o advogado especialista em terceiro setor, Eduardo Szazi, a governança é, hoje, instrumento essencial para a formação da reputação de uma entidade e afeta diretamente sua capacidade de atração de recursos e retenção de talentos. “Quanto melhor ela for, melhor sua reputação e maiores as chances de ampliar seu leque de parceiros, colaboradores e financiadores”, afirma o advogado, também consultor técnico do documento.

Governança, em sentido amplo, é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre conselho, equipe executiva, e demais órgãos de controle. O que o guia faz é, no fim, converter os princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar a reputação da organização e otimizar seu valor social.

Para que isso faça sentido, as boas práticas de governança se sustentam de quatro princípios: a transparência, que não deve se restringir ao econômico-financeiro, mas também os demais fatores (mesmo os intangíveis que norteiam a ação gerencial; a equidade, o tratamento igual a todas as partes interessadas; a accountability, o prestar contas das ações, assumindo integralmente suas consequências e; reponsabilidade, quando o agente de governança zela pela sustentabilidade da organização.

Patrocinado pelas fundações Odebrecht e Banco do Brasil, além do Instituto Camargo Corrêa, o documento está didaticamente dividido em nove capítulos. Nos últimos sete, o leitor poderá encontrar todas as informações necessárias para uma boa gestão, como código de conduta, conflito de interesses, titularidade e formação de conselhos.

As contribuições podem ser encaminhadas até o dia 8 de outubro para o e-mail cleber.tavares@ibgc.org.br, contendo: (i) a identificação do trecho (página e item); (ii) redação sugerida; e (iii) explicação dos motivos e sugestão.

Para consultar o documento em audiência pública, clique aqui.


Rodrigo Zavala
redeGIFE Online, 28/09/09

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Brechó Social

Desenvolvido pela Social Way, agência de marketing especializada na área social, o site Brechó Social é um inovador projeto de capação de recursos para o Terceiro Setor que alia a praticidade do e-commerce à imagem de celebridades.

O site visa contribuir com ONGs e entidades assistenciais, como Banco de Alimentos, Instituto da Criança e Casa do Zezinho, por meio da venda de objetos pessoais doados exclusivamente por personalidade brasileiras e internacionais, como o jogador de futebol Ronaldo, a modelo Gisele Bündchen, o guitarrista Andreas Kisser, o estilista Alexandre Herchcovitch, entre outros. As peças dos famosos ficam expostas no site com preço fixo.

www.brechosocial.com.br


Revista Filantropia On-line - nº214, 28/09/09

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Compêndio de sustentabilidade

O livro Compêndio de Indicadores de Sustentabilidade de Nações (download gratuito, 112 págs.), de Anne Karana, reúne práticas de indicadores de sustentabilidade mapeadas em diversos países, que devem servir para que a própria sociedade civil, governos, empresas e instituições avaliem suas condições econômicas e socioambientais e se inspirem para construir seus indicadores locais.

São 25 indicadores econômicos alternativos e complementares às métricas do PIB, dentre os quais destaca-se a “Pegada Ecológica”, que incorpora novas medidas de sustentabilidade econômicas, ambientais, sociais, éticas e culturais, além da inclusão de parâmetros de avaliação da felicidade/qualidade de vida.

www.compendiosustentabilidade.com.br


Revista Filantropia On-line - nº214, 28/09/09

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Real e Santander Brasil unem investimento social privado

A diretora-executiva de Desenvolvimento Sustentável do Grupo Santander Brasil, Maria Luiza Pinto, explica em entrevista a estratégia utilizada para unificar as práticas de responsabilidade socioambiental dos dois bancos. A integração ocorre desde agosto de 2008, cerca de um ano após o grupo espanhol Santander formalizar a aquisição das operações brasileiras do ABN AMRO, dono do Banco Real. Leia a entrevista:

Como o Grupo Santander Brasil vem absorvendo as práticas de Responsabilidade Socioambiental do Banco Real?
Maria Luiza Pinto
– Desde o primeiro momento da integração no Brasil, em agosto de 2008, a área de Desenvolvimento Sustentável foi confirmada como um setor de importância estratégica para o Grupo Santander Brasil – assim como era para o Banco Real. As principais políticas de sustentabilidade do Real estão sendo colocadas em prática pelo Grupo Santander Brasil ou estão com o plano de ação pronto para ser iniciado. Também mantivemos o fórum de debates internos sobre sustentabilidade. Todo o processo de gestão sustentável, iniciado no Real, foi perpetuado na nova organização e tem o apoio da diretoria, por meio de Conselhos de Sustentabilidade, que discutem o tema e respondem pelos encaminhamentos. No caso do Investimento Social Privado, existe o Comitê de Ação Social que é formado por cerca de dez dos principais executivos das duas instituições, inclusive o presidente do Grupo Santander Brasil, Fábio Barbosa (antes presidente do Banco Real).

De que forma o Grupo tem lidado com a fusão do investimento social?
MLP
– Inicialmente, a equipe técnica mapeou todas as iniciativas de investimento social privado nos bancos Santander e Real e, a partir de diretrizes estratégicas definidas pelo Comitê de Ação Social, realizou a análise dos projetos por temas e causas. Foram realizadas reuniões mensais com Comitê ao longo de um ano para discutir e ter posicionamento institucional de como seria o investimento social privado do Grupo Santander Brasil. A participação da alta diretoria demonstra o peso do tema dentro da organização. Em nenhum momento cogitou-se a redução do valor aplicado. A estratégia de investimento social já está validada e os principais projetos encaminhados.

Quais os focos escolhidos para o investimento social privado?
MLP
– A educação, tanto Ensino Básico quanto Ensino Superior, é o principal foco do investimento social privado. O Grupo Santander Brasil também atua em causas relacionadas a meio ambiente, empreendedorismo/geração de renda e diversidade. O comitê decidiu que a atuação social se estenderia a regiões onde o Grupo Santander Brasil não está física e comercialmente presente. A escolha do local será de acordo com análise de indicadores sociais que demonstrem a necessidade do investimento. Sempre que possível, articularemos alianças sociais para executar os projetos. É uma estratégia para potencializar o investimento e construir uma cultura de coparticipação e corresponsabilidade com a rede de relacionamento do Banco.

A intenção é manter as práticas de parcerias locais?
MLP
– É uma premissa. Sempre que possível continuaremos com a prática de formar alianças. O que ocorreu foi o fortalecimento das diretrizes, especialmente junto aos mais de 55 mil colaboradores com quem o Grupo Santander Brasil conta (originalmente, o Banco Real possuía 30 mil colaboradores). No voluntariado, por exemplo, estamos tendo adesão cada vez maior dos funcionários, e os mesmos são estimulados e orientados para articular parcerias.

Como o Grupo vem comunicando essa integração para as organizações sociais parceiras?
MLP
– Num processo de integração, é natural que os parceiros fiquem alertas. Tratamos com muito respeito a relação com as organizações parceiras: explicamos como seria realizado o processo de fusão do investimento social, qual seria a agenda levada ao comitê de executivos e, em alguns casos, as instituições sociais chegaram a participar da elaboração da proposta. Assim que as decisões eram tomadas a cada reunião do comitê, as organizações de relacionamento já eram informadas. O Grupo manteve os projetos existentes. No nosso cronograma (não divulgado) está prevista uma comunicação ampla.

Em processos de fusão, a unificação de cargos e processos leva à demissão de funcionários. O Grupo ofereceu algum auxílio para recolocação desses profissionais?
MLP
– O Grupo Santander Brasil contratou uma consultoria de recolocação profissional para apoiar os colaboradores demitidos no processo de fusão. A empresa ajudará, ao longo de um ano, o funcionário a se recolocar no mercado. O Grupo também estendeu alguns benefícios mais prioritários, como o direito à assistência médica, de forma que houvesse o menor impacto possível no curto prazo na vida da pessoa.

Você considera que os clientes confiarão que o Santander absorveu as práticas de Responsabilidade Social do Real?
MLP
– Na sua comunicação, o Grupo Santander Brasil assumiu a posição de oferecer aos consumidores e à sociedade o melhor de cada um dos bancos. Afirmo, com tranquilidade, que essa absorção é verdadeira. Toda integração teve um processo de planejamento e estruturação para que pudéssemos conhecer as práticas das duas instituições financeiras e tomar a melhor decisão. A campanha que está no ar hoje mostra o posicionamento do Grupo Santander Brasil, integrando o slogan “valor das ideias” com o compromisso da sustentabilidade para a construção de uma sociedade melhor.

O que o Santander tem feito, ou fará, para influenciar sua cadeia de valor, inclusive com o seu papel de financiador?
MLP
– Influenciar e engajar nossa rede de relacionamento faz parte da nossa estratégia. Um exemplo de como fazemos isso é o que está acontecendo no momento em que concedo esta entrevista (em 9 de setembro). Estamos realizando o encontro “Sustentabilidade na Prática: Caminhos e Desafios”. São dois dias em que compartilhamos toda a experiência que vivemos para inserir a sustentabilidade na gestão da organização. Participam cerca de 150 representantes de mais de 90 empresas, entre clientes e fornecedores. Pensamos que, dessa forma, as empresas podem acelerar a inserção da sustentabilidade nos seus negócios. Este programa iniciou em dezembro de 2007 e até hoje realizamos 22 turmas, com mais de 2.250 pessoas, representando cerca de 1.150 empresas brasileiras. Outra forma é por meio da política de risco socioambiental para a concessão de crédito de origem do Banco Real. Foram definidos 22 segmentos críticos para os quais temos critérios sociais e ambientais que são analisados para a liberação do crédito. Em breve, o Grupo Santander Brasil também passará a adotar essa prática.


Idis, 16/09/09

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Os impactos da crise global na agenda de sustentabilidade corporativa: um estudo de empresas líderes brasileiras

FBDS divulga estudo com 25 empresas de dez setores do Brasil

Empresas de dez setores - Energia, Serviços Financeiros, Petroquímica, Agronegócios, Papel e Celulose, Aviação, Cosméticos, Telecomunicações, Varejo, Siderurgia e Mineração - participaram do estudo, por meio de entrevistas e questionários, aplicados a executivos e gestores.

A FBDS convidou 45 empresas, das quais aceitaram 25, que atendiam a um dos critérios: Integrar a carteira do ISE Bovespa 2008; Estar entre as 20 empresas do Guia Exame de Sustentabilidade 2008; Pertencer à lista dos Top 10 da pesquisa Rumo à Credibilidade (FBDS e SustainAbility, 2008). Das 25 empresas, 40% são do setor de energia e 13% de serviços financeiros, ambos sob forte regulação.

Segundo o estudo, a crise global teve impactos reduzidos na agenda da sustentabilidade, mas para Clarissa Lins deve-se levar em conta a amostra analisada. "Há nestas empresas um compromisso com a gestão para a sustentabilidade, suportado em políticas corporativas e processos bem definidos".

Como a agenda de sustentabilidade ajudou as empresas em período de crise
Mais da metade dos executivos entrevistados afirmou que a agenda da sustentabilidade ajudou as empresas a enfrentarem os efeitos da crise. Neste contexto, as empresas perceberam valor nas práticas de engajamento, interno ou externo, como forma válida para enfrentar o momento de crise. Com efeito, 43% das respondentes apontaram o engajamento como a prática que mais contribuiu para a harmonia neste período, seja pelo fato dos stakeholders ficarem mais bem informados sobre as decisões e os rumos da empresa, seja pela credibilidade gerada por uma postura de diálogo.

Desafios para o avanço da agenda em tempos de crise e o pós-crise
Os cinco principais desafios mencionados pelos executivos para que a agenda da sustentabilidade permaneça no topo das prioridades foram: a disseminação permanente do conceito de sustentabilidade, o engajamento da cadeia de valor, o papel da regulamentação, o desenvolvimento de novas tecnologias e a incorporação da sustentabilidade no dia-a-dia dos negócios.

Há indícios de que estas empresas não vêem a crise como causadora de grandes rupturas de comportamento. Todavia, há um sentimento geral de que fatores como transparência e prestação de contas geram valor neste cenário e reforçam os laços com as diversas partes interessadas.

As apostas para o período pós-crise repousam em eficiência produtiva, energética e em investimentos em energias renováveis.

Leia aqui a íntegra da pesquisa


FBDS, 04/08/09

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

III Seminário Ficas está com inscrições [gratuitas] abertas

Evento acontecerá no próximo dia 07, em São Paulo

O FICAS realizará, no dia 7 de outubro, das 8h às 17h30 na Maison Saint Germain, Rua Dr. Candido Mota Filho, 1.811, Butantã, em São Paulo, seu III Seminário, que este ano traz como tema central: “Estratégias para a sustentabilidade das práticas sociais”. O evento reunirá representantes de organizações da sociedade civil, fundações, institutos e empresas, para dialogar sobre os diferentes olhares a respeito da sustentabilidade das práticas sociais, bem como trazer luzes para as estratégias que vem sendo desenvolvidas para fortalecê-las. Após uma roda de conversa que abrirá o Seminário, os participantes poderão compartilhar suas experiências, por meio de três oficinas simultâneas: estratégias para o fortalecimento institucional, estratégias para o fortalecimento da causa e estratégias para o fortalecimento de políticas públicas.

O Seminário conta com o Patrocínio Master da Fundação Itaú Social, Co-Patrocínio do Banco Fator Corretora e Institutos Arcor Brasil, Cidadania Empresarial e Unibanco e Parceria do Instituto C&A - que está apoiando o evento e sua sistematização e disseminação. Além disso, terá como apoiadores a Agência Box, Maison Saint Germain, Neoband e Tablóide. Todos os palestrantes estarão presentes no Seminário de forma voluntária, e os principais serviços (recepção, filmagem e fotografia) serão realizados por jovens e educadores/as de organizações da sociedade civil.

O evento é gratuito e aberto à representantes dos diversos setores, como organizações da sociedade civil, fundações, institutos, empresas, poder público e demais interessados. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, pelo site: www.ficas.org.br/seminário até o dia 02 de outubro. Vagas limitadas.

O FICAS já realizou dois seminários, o primeiro, ocorrido em 2007, teve como objetivo colocar em evidência a importância do papel estratégico das organizações da sociedade civil nas transformações sociais. As discussões realizadas pelos 105 participantes ao longo do evento levaram a uma questão fundamental - de que transformações sociais estamos falando? Essa e outras questões levaram ao tema central do II Seminário, ‘Transformações sociais: o desafio da continuidade’, realizado no ano passado.

Os 165 participantes compartilharam conhecimentos e experiências sobre os desafios do fortalecimento institucional, da causa e das políticas públicas. Por meio desses seminários, o FICAS pretende estimular o compartilhamento de conhecimentos e experiências e a articulação entre os diferentes atores sociais, de forma a contribuir para o fortalecimento das práticas e transformações sociais.

O FICAS é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, criada em 1997 por um grupo de profissionais, a maioria mestres e doutores de diversas áreas do saber, movidos pelo desejo de compartilhar o conhecimento adquirido no âmbito acadêmico, com pessoas e comunidades que pudessem se beneficiar direta ou indiretamente desses conhecimentos Por acreditar que as organizações da sociedade civil têm um papel estratégico e fundamental nas transformações sociais, o FICAS investe continuamente no seu fortalecimento, principalmente, por meio de programas de formação, estimulando-as a pensar e agir estrategicamente.

Nos últimos anos, além de desenvolver seus próprios programas e ações em vários estados do país, e mais recentemente em Moçambique (África), o FICAS tem prestado assessorias a fundações, institutos e empresas no desenvolvimento de seus programas junto às organizações da sociedade civil. Essa demanda surgiu, e tem crescido, pelo reconhecimento da competência do FICAS em adaptar os conhecimentos ao dia-a-dia das organizações e em acompanhá-las sistematicamente na aplicação desses conteúdos, e também pelo sucesso que essas instituições têm alcançado. Para saber mais, acesse: www.ficas.org.b


Pauta Social, 22/09/09

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O preço da mensuração

Segundo especialistas, trabalho de monitoramento da rede é caro, mas proporciona análise profunda e evidencia oportunidade de negócios

Muito se prega a internet e o fenômeno das redes sociais como mídias baratas, mas pouco se comenta o custo de mensurar resultados e reputação na rede. "Há os que acreditem que o trabalho de monitoramento feito por empresas especializadas no ambiente online dependem exclusivamente de adventos tecnológicos e ferramentas bem construídas, quando na verdade o trabalho bem feito demanda um minucioso trabalho análitico que somente a mão-de-obra humana qualificada é capaz de executar", disse Martha Gabriel, CIO da New Media Developers, durante o Seminários Info.

Segundo Cassio Dreyfuss, vice-presidente do Gartner, as ferramentas são essenciais para detectar os assuntos e tópicos mais comentados, mas, a partir daí, é preciso fazer uma análise profunda para que os resultados correspondam à realidade. "Monitorar de fato é algo caro, mas que resulta em grande valor agragado para a marca que contrata. Depois da análise cabe à empresa tomar as atitudes cabíveis para conquistar um consumidor ou reverter uma imagem negativa na internet", comentou.

Alessandro Barbosa Lima, CEO da e-Life, acrescentou ainda que é possível detectar oportunidades de negócios e prever como o mercado vai se comportar no futuro de acordo com os resultados de monitoramento e análise. "Com o trabalho que fazemos é possível avaliar as intenções de compra que circulam pela rede e projetar os produtos mais procurados e oportunidades de crescimento para determinados segmentos. Também é possível ver o consumidor que está insatisfeito e pretende mudar de marca ou produto. Daí sai um raio-x do futuro", afirmou.

De acordo com os participantes do painel, os setores mais queimados no ponto de vista dos usuários da rede são os de telecomunicações, bancos e automóveis, enquanto o que compreende perfumaria e cosméticos estão cheios de moral nesse ambiente.


Mariana Ditolvo
Meio & Mensagem Online, 21/09/09

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