sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Braskem dará R$ 3 milhões para o Carnaval do Rio

Diógenes Campanha, da coluna Mônica Bergamo
Publicado pela Folha Online em 24/01/08


A empresa petroquímica Braskem anunciou hoje um patrocínio de R$ 3 milhões ao Carnaval do Rio de Janeiro. O dinheiro será repassado à Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), que organiza os desfiles da Marquês de Sapucaí.

A cifra não sairá integralmente dos cofres da Braskem, que articulou o apoio de seis de seus clientes do setor de plásticos: as empresas Altacopo, Altaplast, Piramidal, Sasil, Tigre e Zaraplast. O "slogan" do pool é que "Carnaval sem plástico não existe".

O patrocínio da Braskem atende ao apelo do presidente Lula, que, em dezembro, pediu que a empresa, juntamente com a Petrobras e a Unipar, investissem R$ 12 milhões no Carnaval do Rio.
A Petrobras já anunciou que dará R$ 6 milhões. A Unipar também deve atender o pedido presidencial, mas, nos bastidores, o que se questiona é a eventual vinculação do nome da empresa aos recentes acontecimentos ligando a Mangueira, uma das escolas mais tradicionais da folia carioca, ao tráfico de drogas.

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Presidente da CPI das ONGs prepara análise preliminar para depois do Carnaval

Renata Giraldi e Lísia Gusmão
Publicado pela Folha Online em 24/01/08


O presidente da CPI das ONGs, senador Raimundo Colombo (DEM-SC), prepara para depois do Carnaval uma análise preliminar apontando indícios de fraudes com suspeitas de envolvimento de empresários e até políticos. Na próxima semana, o democrata pretende vir a Brasília para analisar os dados lá levantados pelos técnicos, reunir os documentos e conversar com os especialistas para tratar em detalhes sobre as informações obtidas.

"São muitos os dados, há informações relevantes e detalhadas. É necessário analisar tudo isso com cuidado e critério, por isso vou a Brasília", disse o senador à Folha Online por telefone.

De acordo com assessores, há uma série de documentos já levantados pelos técnicos que indicam irregularidades em mais de dez convênios. O "Painel" da Folha (íntegra exclusiva para assinantes do UOL e do jornal) informou no começo da semana que alguns desses convênios eram relacionados à Funasa e ao Ministério de Desenvolvimento Agrário.

A partir de uma análise preliminar, Colombo espera obter apoio interno na CPI para aprofundar as investigações, inclusive com autorização para quebra de sigilos ---bancário, telefônico e fiscal, se necessário.

Depois das controvérsias entre oposição e governistas, a CPI das ONGs foi criada no final de 2007. A proposta para a criação da comissão foi do vice-líder do DEM, senador Heráclito Fortes (PI).

Apesar da polêmica em torno da instalação da CPI, a oposição conseguiu indicar Colombo para a presidência, enquanto o governo colocou o senador Inácio Arruda (PC do B-CE) para ser o relator.

Na semana passada, Heráclito disse que os trabalhos na CPI teriam um novo fôlego a partir de fevereiro porque havia indícios de desvio de recursos públicos e existência de entidades de fachada.

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Editora Melhoramentos fecha parceria com o WWF-Brasil

Publicado pelo Pauta Social em 24/01/08

E comemora seis anos do projeto Cidadania ao Pé da Letra

A Editora Melhoramentos, detentora da linha Michaelis de dicionários, investe em mais uma edição do projeto Cidadania ao Pé da Letra. O trabalho realizado junto às instituições e organizações brasileiras está na 6ª edição e destina parte das vendas do Michaelis Dicionário Escolar Língua Portuguesa, Inglesa e Espanhola, para o parceiro escolhido. Desta forma, a Editora contribui com os trabalhos desenvolvidos por essas entidades e incentiva os pais e educadores a adotarem dicionários Michaelis, que despertem nas crianças a importância de ajudar os outros.

"O Cidadania ao Pé da Letra tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância de ajudar as instituições que fazem um trabalho sério no Brasil. A primeira parceria do projeto foi com o Instituto Ayrton Senna. Depois, trabalhamos com o GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer durantes dois anos seguidos. Em 2006, escolhemos os Doutores da Alegria e estamos muito felizes agora com o trabalho junto o WWF-Brasil ", explica Breno Lerner - diretor-geral da Editora Melhoramentos.

A cada compra do Dicionário Escolar Língua Portuguesa, Inglesa e Espanhola, parte do valor da venda irá para o WWF-Brasil e contribuirá com projetos de conservação da natureza e desenvolvimento sustentável desenvolvidos pela organização. O WWF-Brasil é uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, reconhecida pelo governo como instituição de utilidade pública. Criado em 1996 e sediado em Brasília, o WWF-Brasil atua em todo o país com a missão de contribuir para que a sociedade brasileira conserve a natureza, harmonizando a atividade humana com a conservação da biodiversidade e com o uso racional dos recursos naturais, para o benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações.

"A parceria entre WWF-Brasil e Editora Melhoramentos leva a mensagem de conscientização ambiental para os usuários dos dicionários Michaelis e contribui, com a destinação de recursos, para o trabalho de conservação da natureza realizado pelo WWF-Brasil", afirma a Superintendente de Marketing e Relações Corporativas do WWF-Brasil, Monica Rennó.

O WWF-Brasil também é membro da maior rede ambientalista mundial: a Rede WWF. Criada em 1961, a rede é formada por organizações similares e autônomas de 40 países e conta com o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários. Ela atua nos cinco continentes, em mais de 100 países. O secretariado-internacional da Rede WWF está sediado na Suíça.

Desenvolvido para todos os brasileiros que estudam a língua espanhola, o Michaelis Dicionário Escolar - Espanhol tem mais de 50.000 traduções e 30.000 expressões e exemplos em mais de 28.000 verbetes, e, confirmando o diferencial da linha Michaelis, um apêndice com: conjugação de verbos em espanhol, lista de verbos irregulares em espanhol e em português, ditados e provérbios mais usados em espanhol com os equivalentes em português etc. A obra é acompanhada de um CD-ROM com todo o conteúdo do dicionário Michaelis Escolar e da gramática prática.

O Michaelis Dicionário Escolar - Inglês tem mais de 75.000 traduções em mais de 25.000 verbetes, abrangendo tanto o inglês americano quanto o britânico. Traz um extenso apêndice com: lista de verbos irregulares em inglês e em português; conjugação dos verbos auxiliares e regulares em português; tabela de animais com gênero, coletivo e voz; tabela de conversão de temperaturas etc. Além disso, a obra é acompanhada de um CD-ROM com todo o conteúdo do Michaelis Escolar, da gramática prática e o áudio da pronúncia da palavra em inglês.

O Michaelis Dicionário Escolar - Língua Portuguesa é um verdadeiro manual de redação: além de conter mais de 50.000 definições claras e precisas em mais de 23.000 verbetes, traz a etimologia de cada vocábulo, detalhando sua origem e formação. Inclui os termos técnicos mais utilizados hoje em dia, vocábulos estrangeiros com indicação de pronúncia, regionalismos, plurais, femininos, aumentativos e diminutivos irregulares, diversos superlativos e conjugação dos verbos irregulares no final dos verbetes. Outro diferencial é o apêndice, que funciona como uma minigramática, essencial para consultas rápidas sobre dificuldades comuns como acentuação, crase, uso do hífen, adjetivos pátrios, pronomes de tratamento etc. Tudo isso em um dicionário que traz dois brindes especiais: um CD-ROM com todo o conteúdo do dicionário Michaelis Escolar mais a gramática prática e um encarte com exercícios para estimular e ensinar o aluno a consultar e usar o dicionário de forma rápida e eficiente, e a tirar o máximo proveito das informações presentes nos verbetes.

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VAI lança novo edital para o ano de 2008

Publicado no site do Programa de Democratização Cultural do Instituto Votorantim em 24/01/08

Está disponível para consulta o edital para a próxima edição do Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais - VAI, para desenvolvimento de projetos durante o ano de 2008

O VAI foi criado pela lei 13.540 e regulamentado pelo decreto 43.823/2003. A iniciativa tem o objetivo de apoiar financeiramente atividades artístico-culturais de jovens de baixa renda de regiões da cidade de São Paulo desprovidas de recursos ou equipamentos culturais.

O Programa teve sua origem a partir das discussões da Comissão da Juventude da Câmara Municipal, em que se destacou a importância da cultura na formação da identidade do jovem, constatando-se que estes desenvolviam muitas ações culturais, sem qualquer apoio financeiro. (A Coordenadoria da Juventude da Prefeitura de São Paulo trabalha com a faixa etária de 16 a 29 anos. Para efeitos contratuais, o VAI prioriza a faixa de 18 a 29 anos). Outro aspecto importante para a criação do VAI foi a constatação de uma lacuna nos mecanismos de financiamento à cultura, em que o segmento da juventude não era contemplado.

A primeira edição, realizada em 2004, contabilizou 645 projetos inscritos, sendo 65 contemplados. Em 2005 foram selecionadas 71 propostas, de 450 inscritas. Em 2006 foram 758 inscrições e 62 grupos. 2007 foi um ano de crescimento, com 777 inscritos e 102 selecionados.

O valor destinado a cada projeto selecionado em 2008 será de até R$ 18.600,00, que deverão ser distribuídos de modo a contemplar todas as despesas dos projetos.

Os projetos são selecionados pela Comissão de Avaliação e Propostas, composta por representantes do governo e da sociedade civil, indicados pelo Conselho Municipal de Cultura. A Comissão analisa os projetos, atentando à atividade proposta, idade e perfil dos proponentes e o local de realização, priorizando as ações coletivas e de grupos não profissionais.

O período de inscrições vai até 08 de fevereiro. Os projetos poderão ser entregues na sede da Secretaria de Cultura e em mais 9 pontos na cidade.

Secretaria Municipal de Cultura - Programa VAI Fone 3334 0001 - ramal 1956/1943

Fonte: http://centrovivo.org/

Arquivos para download:
Edital 2008 com anexos
Lei - VAI
Decreto - VAI
Síntese de Projetos Subsidiados

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Nike e Adidas diversificam estratégia para desbancar Mizuno

Eliane Sobral
Publicado pelo
Valor Online em 25/01/08

João Augusto Simone, presidente da Lotto no Brasil: "É preciso chegar com força para não ser apenas mais uma marca"
Davilym Dourado/Valor

Promover a própria corrida já não é suficiente para a Nike. Estampar a marca em 10 corridas de rua ao longo do ano, é pouco para a Adidas. As duas marcas aceleram o passo para conquistar os adeptos das corridas de rua - um contingente de 4,5 milhões de praticantes que compram pelo menos dois pares de tênis por ano - e desbancar a líder do segmento, a japonesa Mizuno.

Desde 2005 a Nike promove sua própria corrida em São Paulo. No primeiro e no segundo ano contou com 20 mil participantes. No ano passado esse número subiu para 25 mil. Foi então que a empresa resolveu oferecer treinamento para quem pratica o esporte. Contratou uma assessoria de marketing e colocou uma equipe de 6 treinadores profissionais em dois pontos estratégicos de São Paulo - o Parque do Ibirapuera e a USP -, onde um batalhão de corredores costuma treinar todos os dias.

O programa, que começou em setembro, já conta com 500 participantes. A meta agora, diz Scott Munson, diretor de marketing da Nike, é levar o programa para o Rio de Janeiro.

O suporte oferecido pela empresa inclui um cardápio com frutas e água nos locais dos treinos e também uma perua com os produtos da marca. Ninguém é obrigado a usar os produtos da Nike mas, quem quiser, pode recorrer a essa espécie de show-room ambulante. "A gente pode usar o tênis para treinar e depois devolve na própria perua", afirma Francisco Carlos Bispo, superintendente de controladoria do Banco Intercap que participa do programa da Nike e corre há dez anos.

Um dos tênis disponíveis para o "test drive" tem chip que armazena dados com o desempenho do atleta. "As informações vão para o nosso site para que cada um acompanhe seu desempenho", diz Munson. Sua meta é vender 45% mais neste ano, apenas no segmento de material para corrida.

Se a Nike tem uma perua, a Adidas tem um caminhão, o "running truck", que estaciona em todas as provas patrocinadas pela marca. Dependendo da prova, o consumidor também pode fazer o seu "test drive". "Esse mercado é especialmente interessante no Brasil porque o consumidor usa tênis e a camiseta de corrida também em seu dia-a-dia", afirma Luciano Kleiman, diretor de marketing da Adidas. Segundo ele, a Adidas vai lançar ainda neste ano uma prova voltada exclusivamente para o público infantil.

As duas multinacionais não revelam quanto investem no marketing de suas marcas mas não escondem que o principal objetivo é alcançar a líder no segmento, a Mizuno. "Não fazemos nada muito mirabolante, não. Nossa estratégia é colocar os melhores produtos no mercado e nos mantermos como referencia tecnológica", afirma Gumercindo Neto, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, que licencia a Mizuno no Brasil. Segundo ele, o foco da Mizuno está nos atletas profissionais que fazem promoção da marca.

Hoje o mercado de corridas movimenta R$ 3 bilhões só em material esportivo. E, com crescimento médio anual na casa dos 40%, está atraindo novos concorrentes. A Etonic, marca norte-americana comprada pela italiana Lotto, prepara seu desembarque no Brasil.

Segundo João Augusto Simone, diretor de operações da Lotto no Brasil, a marca só virá em 2009 porque passa por uma reestruturação. "O mercado ainda está em desenvolvimento mas é altamente sofisticado. E é preciso chegar com força para não ser apenas mais uma marca", afirma Simone.

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Antarctica, Coca-Cola e Vivo patrocinam blocos de rua no Rio

Ana Paula Grabois
Publicado pelo
Valor Online em 25/01/08

Moura, do Monobloco: verbas ajudam a organizar estrutura de som e segurança
Foto Silvia Costanti/Valor

Criados de forma amadora por amigos, os blocos do carnaval de rua proliferam pela zona Sul e centro do Rio, reúnem milhares de pessoas e já viraram negócio que atrai marcas de grande porte como Antarctica, Coca-Cola e Vivo.

Neste ano, diversas das 76 agremiações que animam as ruas cariocas nos quatro dias da festa de Momo serão alvo de ações promocionais de empresas, seja por meio de patrocínio ou de apoio. A Antarctica, marca da AmBev que é líder de mercado na cidade, vai patrocinar nada menos que 23 blocos no carnaval de 2008.

A seleção inclui 12 blocos da Associação Independente dos Blocos de Carnaval de Rua da Zona Sul (Sebastiana) e outros 11 de diferentes estilos, desde o tradicional Bola Preta, que completa 90 anos, ao bloco Cordão do Boitatá, formado por jovens músicos que resgatam marchinhas carnavalescas. "O bloco de rua é mais democrático e a idéia é da marca ficar perto de todos os nossos consumidores, da classe A à classe D", disse o gerente de eventos da Antarctica, Felipe Ambra, que preferiu não informar os valores investidos.

Como contrapartida do patrocínio, a marca de cerveja será exposta nos carros de som dos 23 blocos e nas camisetas dos integrantes de alguns grupos. A Antarctica também vai distribuir brindes aos foliões e caixas de isopor, camisetas e bonés aos vendedores ambulantes de cerveja, além de facilitar a reposição da bebida.

Não é a primeira vez que a AmBev aposta no carnaval de rua do Rio. Nos dois anos anteriores, a companhia patrocinou os blocos de rua com a marca Skol. "O carnaval sofreu uma transformação nos últimos dez anos. Antes, o carioca saía da cidade. Hoje, ele fica e tem bloco a qualquer hora. Como os blocos cresceram, o patrocínio é importante para organizar a estrutura de som, a segurança", diz Mário Moura, um dos fundadores do Monobloco, bloco da nova geração criado em 2001 e que atrai uma multidão no desfile aberto na praia de Copacabana. O Monobloco ganhou neste ano dois patrocínios de peso. Além da Antarctica, fechou com a operadora de telefonia Vivo um contrato que inclui os ensaios de pré-carnaval. O grupo ainda recebeu apoio da rede de vestuário Sandpiper para a confecção das camisetas que serão usadas nesta edição do carnaval.

A rede de bares Belmonte patrocina outros dois grandes blocos, o Simpatia é Quase Amor, que sai em Ipanema, e o Suvaco do Cristo, que desfila no bairro do Jardim Botânico. Antônio Ferreira, dono da rede de sete bares, justifica que os foliões e os integrantes dos dois blocos também freqüentam seus bares. "Fazemos a política da boa vizinhança", afirmou. A marca da rede vai aparecer nas camisetas e nos carros de som dos dois blocos.

A Coca-Cola, através da fabricante Rio de Janeiro Refrescos, apóia mais três blocos fundados por estudantes universitários com a distribuição da bebida Aquarius. O objetivo, segundo a empresa, é reforçar a imagem da marca entre o público jovem.

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Votorantim - Material de Apoio à Elaboração de Projetos de Democratização Cultural

Publicado no site do Programa de Democratização Cultural do Instituto Votorantim


Como parte de suas ações para a ampliação do acesso a bens e produtos culturais, o Grupo Votorantim, por meio de seu Programa de Democratização Cultural, produziu o Material de Apoio à Elaboração de Projetos de Democratização Cultural, composto por um manual e um vídeo.

A iniciativa visa contribuir para a reversão dos baixos índices de práticas culturais entre a população brasileira e auxiliar indivíduos, grupos e instituições interessadas em elaborar projetos culturais em todo o País.

O conteúdo abrange questões conceituais e práticas, com o objetivo de guiar e fomentar a criação de projetos consistentes e sustentáveis, voltados à democratização do acesso à cultura.

Clique aqui para baixar o Manual de Apoio à Elaboração de Projetos de Democratização Cultural


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Nanomarketing: indo além da segmentação

Publicado pelo Portal HSM On-line 23/01/08
Walter Sabini Junior*


O ano de 2007 foi marcado pelo início da solidificação do e-mail marketing no Brasil. Mas não o e-mail marketing que, outrora, foi banalizado pelo mau uso e caracterizado como prática de spam, na maioria das vezes, pelo mercado. Quando falo neste conceito, quero dizer sobre o relacionamento digital por e-mail, que passou a conquistar sua força a partir da necessidade do mercado em mensurar os retornos das campanhas on-line nos mais diversos segmentos. Sim, este acontecimento é fruto da imagem que o e-mail marketing ganhou pela busca de conhecimento em sua aplicação. O fato é que a ética na comunicação digital vem ganhando maturidade.

E, como não poderia deixar de ser, a maturidade vem acompanhada da notoriedade, comum em todo processo de amadurecimento aplicado em diversas áreas do mundo corporativo. Mas, especificamente quando falamos do mundo digital, sinto-me à vontade em dizer que ele faz parte deste progresso, pois movimenta uma média de 1,2 bilhão de usuários conectados mundialmente, ou seja, um sexto da população. O Brasil já ocupa a 6ª posição com 39 milhões de pessoas conectadas1.

Sabemos que a tendência é o crescimento acelerado de internautas. E, para isso, precisamos estar preparados para a constante busca do diferencial. São milhões de empresas, bilhões de base de dados e um número enorme de produtos e/ou serviços semelhantes. A saída está nos processos a serem seguidos para que a imagem corporativa não seja prejudicada por não analisar os resultados, ou mesmo, analisá-los de forma superficial.

As ações de mala direta e e-mail marketing, em 2007, ocuparam 68% das ações de marketing realizadas nas empresas2. A aplicação da segmentação contribuiu com a maturidade do e-mail marketing, mas não fechou o ciclo, pois ele é constante e precisa ser adequado de acordo com o momento de seu público. O que quero dizer aqui é que somente a segmentação já não basta. É preciso combiná-la com o Perfil do destinatário. Vou mais além, o ano de 2007 fez com que o mercado entendesse a importância da aproximação com seu real público-alvo. 2008 marcará a abordagem da pessoa certa e, principalmente, no momento mais adequado. Bem vindo à era do Nanomarketing.

Entende-se por nanomarketing (termo criado pela The Mattis Group) a identificação, coleta e organização de clientes e prospects. Sim, na prática, bons profissionais de marketing já utilizam a metodologia. Porém, no e-mail marketing, podemos contar com a “pitada” de um ingrediente essencial: a tecnologia.

Atualmente, os recursos tecnológicos que os meios digitais nos proporcionam, tornam as campanhas extremamente mensuráveis. Não precisamos mais esperar a resposta, propriamente dita, de nosso público-alvo e sim sua própria interação com o e-mail marketing, seja pela abertura da mensagem ou clique em links que o direcione para algum tipo de conteúdo no website.

Hoje já contamos com plataformas que permitem a visualização “one to one” dos passos do destinatário no que diz respeito à interatividade com a mensagem. Já é possível tornar seu interesse ainda mais ativo, monitorando o caminho do mouse e abordando via chat ou mecanismos de voz.

A troca é justamente essa. E é em cima disso que se pode promover ainda mais interação, indo além da segmentação. Digamos que você segmenta, mas o conceito de nanomarketing, quando dirigido ao meio digital, propõe o desenvolvimento da segmentação de forma única, diante do momento de seu interessado. Ou seja, alimentado-o com informações pertinentes para aquele período. Este momento não pode ser perdido ou ir para uma base de dados segmentada com outros interessados que fazem parte de um grupo maior do que o interesse específico.

Esta fase existe para que você atenda – pro ativamente – as necessidades que fazem parte da circunstância em si. É um relacionamento em curto e longo prazo ao mesmo tempo. Curto porque você responde e atende na hora mais importante e longo justamente porque você o atendeu em curto prazo e isso significa que, desde aquele momento, você fidelizou sua marca. Se continuar seguindo esse procedimento, as chances de maior interatividade com a próxima ação de email marketing podem aumentar ainda mais, porque certamente o leitor se lembrará de sua atitude na hora em que mais precisou.

Podemos dizer que cada ação é uma ação e, por ser assim, ela pode ser sazonal. Hoje, seu cliente tem uma preferência e você cuida de seu perfil comportamental. Mas essa preferência pode mudar diariamente, semanalmente, quinzenalmente, mensalmente e assim por diante.

Como exemplo, podemos dizer que uma viagem ao Japão ou a compra por um celular da marca X foi importante e realizada naquele momento. Não é porque ele buscou aquilo que sua próxima ação tem que ser equivalente. Até porque aquela necessidade foi satisfeita. O importante é cuidar exatamente da conversão da ação. Com ela, você conseguirá enxergar o próximo passo.

O que vejo as empresas fazendo é repetir a informação porque armazenam os dados por assuntos específicos e toda vez que precisam promover algum assunto, enviam para base que clicou no mesmo, mas não conseguem ver, principalmente se a campanha tiver uma periodicidade maior, como anda o perfil de consumo atual do receptor. O diferencial está primeiro em atender e depois inovar.

É uma combinação de conceito, prática e contextualização. Você aplica CRM, desenvolve ações imediatas e individualizadas, analisa dados e mensura resultados dentro do panorama atual específico de seu cliente. Com isso, ganha um relacionamento mais forte, que é o principal resultado almejado pelas organizações que buscam o fortalecimento da marca.

Antes do planejamento e operacionalização, pense na estratégia consultiva. O comportamento do consumidor muda constantemente porque a lei da oferta é maior que a da demanda. Isso o torna mais ativo na busca de seus interesses. Cabe a você decidir: Quem será mais pró-ativo? O arco ou a flecha?

Fonte: Portal da Propaganda
23/01/2008

* Junior, Walter Sabini é CEO da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de e-mail marketing. jr@virid.com.br.

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Dell e Microsoft se unem para vender computadores contra a Aids

Jeremy Kirk *
Publicado pelo IDG Now! em 23/01/08


Empresas irão oferecer computadores e notebooks da linha XPS da Dell com o selo da campanha mundial (Red), de Bono Vox

A Dell irá vender versões especiais, na cor vermelha, de sua linha de desktops e notebooks XPS, para ajudar programas de tratamento contra a Aids, na África, afirmou a empresa na terça-feira (22/01).

A Microsoft está trabalhando em parceria com a Dell no projeto, que deve ser anunciado esta semana durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, segundo Lionel Menchaca, diretor de mídia digital da Dell. As vendas irão beneficiar o (Red), um projeto criado pelo cantor Bono (U2) e Bobby Shriver, diretor da Debt AIDS Trade Africa.

Empresas como Motorola, Apple e The Gap possuem versões (Red) de seus produtos. Os lucros com as vendas destes itens são revertidos à organização The Global Fund, que se concentra no combate às doenças Aids, tuberculose e malária.

A Dell irá oferecer os notebooks XPS M1530 e M1330 e o desktop XPS One na linha (Red). Os computadores terão o Windows Vista Ultimate Red, segundo a Microsoft.

A Global Fund irá receber 50 dólares por cada laptop vendido, dinheiro suficiente para subsidiar quatro meses de medicamentos. Cada desktop vendido irá gerar 80 dólares, segundo a Microsoft.

* Jeremy Kirk, do IDG News Service, de Londres

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Curta Projeto Social e Animação de TV

Patrícia Saldanha
Publicado no site do
Ministério da Cultura em 23/01/08

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) lançou dois editais inéditos de fomento à produção audiovisual no país, em novembro de 2007, junto com a divulgação anual dos programas para o setor. São os Editais de nº 2, voltado para curtas-metragens a Egressos ou Participantes de Programas Sociais, e o de nº 7, voltado ao Desenvolvimento da Série de Animação para Televisão.

Os dois concursos estão com as inscrições abertas até 29 de fevereiro, juntamente com os outros cinco editais para a área audiovisual. As inscrições podem ser feitas no site do MinC, no link Editais e Premiações.

Participantes de Programas Sociais
Os novos editais foram lançados para atender demandas da sociedade civil. O concurso destinado a integrantes de programas sociais foi uma reivindicação encaminhada por representantes do 1º Fórum de Experiências Populares em Audiovisual (FEPA), realizado no Rio de Janeiro em junho de 2007, solicitando a extensão dos editais da SAv também para os núcleos populares de formação audiovisual, tais como grupos coletivos de produção, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) e Organizações não Governamental (Ongs).

O Fórum reuniu diversas entidades que trabalham com projetos audiovisuais na formação de lideranças comunitárias nas periferias dos centros urbanos. Tem como objetivo o reconhecimento público das produções da periferia e a adequação das políticas de governo para as expressões populares. Integrantes do FEPA fazem parte do Conselho Consultivo da Secretaria do Audiovisual do MinC desde 2007.

O Edital nº 02/2007 visa apoiar a produção de obras audiovisuais inéditas, de curta-metragem, dos gêneros ficção, documental ou experimental, com duração entre 10 a 15 minutos. É destinado a pessoas físicas a partir dos 18 anos, que comprovem a participação em projetos sociais com foco na linguagem audiovisual, realizados por entidades sem fins lucrativos e que tenham as instituições como produtoras. Serão selecionados 20 projetos para receber o apoio individual de até R$ 30 mil.

Série de Animação para TV
Já o edital para o desenvolvimento da série de animação para TV faz parte de uma política de estímulo à produção audiovisual nesta área, que vem sendo desenvolvida desde a assinatura do convênio Brasil-Canadá, com ênfase no cinema de animação, em 1985. O ex-diretor do Centro Técnico Audiovisual (CTAv), José Araripe, disse que o convênio favoreceu a formação da geração Animamundi, composta por talentosos animadores brasileiros. “A gestão da CTAv de 2005 a 2007 se pautou, por orientação da SAv, em resgatar as ações do convênio. Foram lançados outros editais para animação, realizados eventos promocionais, oficinas e o censo dos animadores”, acrescentou.

Ele explicou que o Edital nº 7 nasceu do resultado dessas ações, como mais uma oportunidade para viabilizar projetos de animação para serem vendidos às TVs nacionais e internacionais. O edital veio atender também o crescente interesse dos realizadores nacionais nesta área. É destinado a pessoas físicas e jurídicas (empresas brasileiras de produção independente) que apresentem projetos de série audiovisual inéditos, do gênero animação, com potencial para gerar no mínimo 13 blocos de meia hora. Serão apoiados 10 projetos, no valor individual de R$ 30 mil.

O CTAv dá continuidade a esta política a partir de 2008, investindo em laboratórios e salas de aula para a formação de educadores em animação. Por intermédio de novos CTAvs, regionais, irá ampliar a oferta de cursos e oficinas com o objetivo de preparar profissionais para os desafios deste mercado em expansão.

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Site Navegamundo promove inclusão digital e social

Publicado pelo Pauta Social em 23/01/08

Portal promove a inclusão de crianças de seis a doze anos em [todo o] país

O portal, de acesso gratuito, promove a inclusão social e digital de crianças de seis a doze anos em todo país. A intenção do site é servir como uma ferramenta de apoio para educadores.

O índio Lisarb (Brasil, ao contrário) e seus amigos Filé, Milú, Gigi e Deco procuram difundir a cultura e a história brasileira por meio de narrativas regionais divertidas e interativas.

O portal pode ser acessado em escolas e telecentros, possibilitando aos professores a utilização do site como apoio durante as aulas.

No RS, a história “O Tesouro perdido das Missões” foi patrocinada pelas Empresas Randon e teve o apoio da Universidade. Para saber mais acesse: http://www.navegamundo.com.br/.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Incentivo ao Voluntariado de Idosos nos Museus Brasileiros

Publicado no site do Ministério da Cultura em 23/01/08

Os ministros da Cultura, Gilberto Gil, e da Previdência Social, Luiz Marinho, assinam nesta quinta-feira, dia 24 de janeiro, o Termo de Acordo de Cooperação Técnica para a implantação do Programa de Incentivo ao Voluntariado de Idosos nos Museus Brasileiros e para a criação e implantação do Museu da Previdência Social. A solenidade será realizada às 11h30, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Esta iniciativa faz parte das comemorações dos 85 anos da Previdência Social no Brasil. As ações terão o objetivo de valorizar o idoso como agente de ação cultural, promover ações de difusão cultural e estimular o trabalho voluntário nos museus e implementar ações para a preservação da memória da Previdência Social.

Programa de Voluntariado
O Programa de Incentivo ao Voluntariado de Idosos nos Museus Brasileiros tem o compromisso importante de inclusão social e reconhecimento dos idosos como transmissores de saberes, fazeres e memória, além de potenciais agentes de desenvolvimentos da função social dos museus.
Cerca de 200 museus participarão da primeira fase do programa, que é organizado pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Demu/Iphan), do Ministério da Cultura.

Entre as atividades a serem exercidas pelos idosos nos museus, foram sugeridas a realização de visitas guiadas e saraus culturais, apresentações musicais e seminários promovidos pela instituição, além de sessões de contos e “causos” sobre a história da comunidade e apoio a ações educativas.

Acervo da Previdência Social
A parceria entre os ministérios, da Cultura e da Previdência Social, ampliará a difusão cultural do acervo por meio de exposições de parte das obras dos museus vinculados ao MinC e da criação do Museu da Previdência. A iniciativa busca dar acesso ao público à memória da Previdência, um bem cultural indisponível até o momento.

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Consumo consciente na berlinda

Rodrigo Zavala
Publicado pelo
redeGIFE Online em 21/01/08

Nos últimos anos, a mensagem tornou-se clara: se as pessoas e as empresas não mudarem seu padrão de consumo e produção, o planeta terá um trágico futuro em um par de décadas. No plantel de debates internacionais sobre mudanças climáticas, especialistas explicam que cada um tem sua responsabilidade na construção de uma vida mais sustentável e menos danosa para o resto do mundo.

Daí o conceito de consumidor consciente, como o defendido pelo Instituto Akatu, que desde 2001 estimula o consumidor a perceber o impacto de suas ações e valorize empresas que minimizem possíveis danos ao meio-ambiente. Pela lógica da ação, pessoas melhor informadas e mais conscientes passariam naturalmente a comprar produtos de empreendimentos sócio e ambientalmente responsáveis. Estes, por sua vez, se destacariam no mercado, forçando outras companhias a assumir a mesma postura.

"O consumo consciente pode ser descrito como um exercício de alteridade e solidariedade, no sentido de que trata de fazer do ato de consumo algo que considere os outros e trabalhe em benefício dos outros", defende Helio Mattar, idealizador e co-fundador do instituto.

Esse contexto ideal é defendido por expertos como o presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis), Marcos Kisil. Segundo ele, não resta dúvida que as práticas sociais e ambientais do setor privado vêm também de fatores coercitivos, ocasionados por uma adequação das empresas às demandas da população.

“O consumidor brasileiro está, a cada dia, não apenas mais consciente de seus direitos mas também do papel que cidadão e empresas devem desempenhar na sociedade, como agentes pró-ativos do desenvolvimento”, acredita Kisil.

O otimismo, no entanto, é relativizado quando analisados levantamentos sobre o tema. O Instituto Akatu divulgou, no ano passado, um estudo sobre como e por que os brasileiros praticam o consumo consciente. Os resultados do levantamento mostraram que, além do número de consumidores considerados engajados ter diminuído, ainda existe divergência entre o que se postula como princípio e que realmente se pratica. Isto é, a intenção não se reverte em atitude.

Na época a explicação para o negativo diagnóstico dada por Mattar, era a de que o conceito de consumo consciente ainda está em fase de transição e, assim, tende a suscetibilidade de condutas e opiniões de contexto imediato. “Em 2003, quando divulgamos a primeira pesquisa sobre o tema, havia o risco eminente do apagão, por exemplo, o que determinou, entre outros fatores, novos comportamentos. Isso diminuiu agora”, avaliou.

Realizada entre setembro e outubro de 2006, a sétima pesquisa realizada pelo instituto entrevistou 1.275 adultos de todas as classes sociais residentes nas 11 principais cidades das cinco regiões geográficas do país: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Recife (PE). As distribuições de idade, sexo e classe social, segundo o instituto, foram ponderadas em relação à distribuição demográfica de cada um.

Por outro lado, o Ibope Inteligência entrevistou 537 executivos de 381 grandes empresas brasileiras para descobrir como eles enxergam o conceito de sustentabilidade e quais as suas implicações no cotidiano dessas organizações. Resultado: o setor privado incorporou valores inerentes aos negócios sustentáveis, mas embora a intenção exista, ela ainda não se converte em comportamento.

Por meio das respostas, foi possível detectar paradoxos entre o que se entende como sustentável e o que realmente se faz para chegar a esse fim, principalmente no que se traduz em questões estratégicas. Entre os exemplos estão os quatro critérios para definir uma empresa como sustentável, apontados na pesquisa. Nessa questão, 92% dos executivos concordaram que preservar o meio ambiente é vital para o processo, seguido de contribuir para o desenvolvimento econômico do Brasil (89%), investir em ações sociais (87%) e ter sucesso em longo prazo (83%).

“O fato de um número tão alto concordar nesses tópicos mostra que eles entendem o conceito de triple bottom line (que designa o equilíbrio entre os três pilares - ambiental, econômico e social), que está na base de todos os novos negócios”, argumentou o CEO do Ibope Inteligência, Nelsom Marangoni.

O responsável pela pesquisa, no entanto, afirma que, na caracterização das empresas, os principais aspectos levantados não estão diretamente relacionados à responsabilidade socioambiental. Os entrevistados constataram como principais preocupações ser ética (que tem mais a ver com práticas de combate ao preconceito e discriminação), em 80%, pagar impostos (78%), respeitar os consumidores (73%) e cumprir as leis trabalhistas (72%).

Para consultor de terceiro setor e responsabilidade social da Ofício Plus Comunicação e publisher da revista Idéia Socialambiental, Ricardo Voltolini, como se pode ver, são grandes os desafios de mobilizar os brasileiros, “fazendo com que percebam o poder de influência que tem o consumo consciente na mudança dos modelos de produção e estratégias de negócio”, disse em recente artigo, publicado no jornal Gazeta Mercantil.

Esse poder existe, mas simplesmente não há conscientização sobre os danos ambientais, como chegou a dizer a diretora executiva da organização The Trust for Civil Society in Central and Eastern Europe, Rayna Gavrilova, na última edição da revista inglesa Alliance. “Nenhuma família compraria uma lavadora de louças sem avaliar como a sua presença afetaria o uso de espaço e a conta de eletricidade”, ironizou.

Embora a passos curtos, o Brasil avança na questão de um consumo mais responsável e exigente. Não por acaso, o poder do consumidor será objeto de atenção e curiosidade da população, que tende a exercê-lo cada vez mais diretamente. Com certeza, um dos temas-chave de 2008.

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Empresas menores se unem para dividir custos de "coaching"

Ivana Moreira
Publicado pelo
Valor Online em 23/01/08

Marques, dono da Mozaik, que tem 12 funcionários, diz que sem dividir despesas não poderia bancar o treinamento
Foto João Marcos Rosa / Agência Nitro


Recentemente, todos os funcionários da Mozaik deixaram suas funções na fábrica para passar o dia num hotel em Belo Horizonte, imersos num programa de desenvolvimento de habilidades. Participar desse tipo de atividade é prática costumeira em grandes companhias. Mas não na Mozaik, uma pequena fábrica de artefatos em metal para decoração, com apenas 12 empregados.

O que era privilégio de grandes empresas começa a ser absorvido também nos pequenos negócios. Apesar das restrições orçamentárias, essas empresas estão encontrando alternativas para também se beneficiarem das modernas técnicas de treinamento e desenvolvimento de pessoal, como o "coaching", que surgiu na década de 90 nos Estados Unidos e vem ganhando terreno em todo o mundo.

O "jogo da superação", realizado pela Central do Conhecimento, de São Paulo, foi feito em parceria com 12 funcionários da Inter Club, uma agência de turismo especializada em programas de intercâmbio.

Rachando a fatura, cada empresa pagou apenas R$ 2 mil pelo dia de treinamento. "Numa empresa pequena, cada despesa tem de ser muito bem pensada", diz o dono da Mozaik, Rogério Marques. "Se tivesse de bancar o custo sozinho talvez não proporcionasse esse treinamento para os meus funcionários." Depois da experiência, o empresário acha que além de mais econômico, o programa em parceria, acabou sendo mais enriquecedor ao unir profissionais de dois setores distintos, indústria e prestação de serviços.

O empresário mineiro conta que, para sua empresa, os resultados do programa de "coaching" foram maiores do que imaginava. A equipe de 12 funcionários contava com profissionais de nível superior, como designers, e operários com formação básica. "Era complicado estabelecer o espírito de equipe."

No "jogo da superação", todas as situações típicas da rotina empresarial foram simuladas. Mas os participantes assumiram funções diferentes da que ocupam na vida real. Subordinados viraram chefes e vice-versa. Supervisores passaram a diretores. "Foi uma inversão total de papéis e isso é muito revelador, inclusive para as próprias pessoas, que se soltam mais do que no ambiente de trabalho", conta Marques. "Foi um ganho real para todos."

Durante o programa, o empresário teve oportunidade de refletir sobre o funcionamento de sua empresa e percebeu que precisa mudar toda a dinâmica de recursos humanos. "Criamos uma política de cargos e salários mais eficiente, promovemos pessoas que mostraram habilidades que não conseguíamos perceber antes daquele dia."

Diretora da Central do Conhecimento e especialista em coaching, Mary Nicoliello, diz que tem sido cada vez mais procurada por pequenas empresas. "Os donos de pequenos negócios pensam que programas desse tipo têm custo incompatível com seus orçamentos mas não é verdade", afirma. "É possível modelar programas compatíveis com as necessidades das empresas."

De acordo com Mary, o principal objetivo desses programas é trabalhar "os músculos comportamentais" dos profissionais. Especialistas em "coaching" acreditam que o sucesso na carreira - e na vida - depende mais de como as pessoas administram seus estados emocionais do que conhecimento técnico. "Conhecimento técnico é 15%", resume Mary.

Nos programas de coaching, que podem ser em grupo ou individuais, o papel dos "coach" é mostrar aos profissionais o caminho para superar suas limitações e atingir um nível satisfatório de sucesso em suas vidas profissionais e pessoais.

"Todo campeão do mundo tem um 'coach'", lembra o americano Jay Conrad Levinson, um especialista em "coaching". Em seus artigos, Levinson costuma lembrar que todos os atletas profissionais, atores famosos e CEOs de grandes companhias contaram com a ajuda de um "coach".

Segundo a diretora da Central do Conhecimento, depois de passar por programas de "coaching", os profissionais conseguem enxergar com mais facilidade como suas crenças e atitudes comportamentais influenciam seu desenvolvimento no trabalho, definindo o sucesso ou o fracasso.

Além do crescimento da demanda de programas para pequenas empresas, a psicóloga conta que está crescendo também a procura por "coaching" pessoal, programa individual realizado numa seqüência de encontros entre o cliente e o "coach". "As pessoas estão percebendo que é preciso investir no próprio desenvolvimento."

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Mercado publicitário avalia adoção de novas regras de remuneração

Eliane Sobral
Publicado pelo
Valor Online em 23/01/08

Márcio Santoro, vice-presidente da agência Africa, adota modelo que evita ficar com o caixa vazio ao longo do ano
Foto Divulgação


Agências de publicidade, anunciantes e veículos de comunicação discutem novas regras de remuneração, diferentes daquelas estabelecidas por eles há dez anos no Conselho Executivo de Normas-Padrão (Cenp). E a discussão, que inclui a prática de pagar as agências conforme o desempenho do produto anunciado no varejo, será acelerada a partir de fevereiro. A meta, segundo Petrônio Corrêa, presidente do Cenp, é concluir as negociações dentro de três meses.

A avaliação de modelos de remuneração variável - adotados por agências do porte de DraftFCB, McCann Erickson e Africa e por empresas que figuram no topo dos rankings de maiores anunciantes do país, como AmBev, Itaú, Philips e Schincariol - está sendo feita desde agosto no Cenp. As reuniões, que eram mensais, passarão a semanais dentro de dez dias. "Desde que se respeitem as normas-padrão, não vemos problemas com a prática. Mas é preciso discutir estas e outras questões porque há regras no mercado e elas têm de ser cumpridas", diz Corrêa.

Não passar a idéia de que se esteja atropelando as regras do Cenp, que estabelece o pagamento à agência com um percentual em relação ao valor investido pelo anunciante, é uma preocupação real nas agências de publicidade. As que adotam a remuneração variável são enfáticas em destacar que a prática não substitui as normas do Cenp. "O Cenp determina a remuneração sobre o total investido em mídia mas, nem sempre a propaganda é a melhor solução para um cliente. Por outro lado, temos que manter nossas equipes e isso exige fluxo de caixa", afirma Márcio Santoro, vice-presidente da agência Africa.

A agência, que faz parte do grupo ABC (ex-Ypy), adotou um modelo engenhoso para não deixar o caixa vazio. O ponto de partida do cálculo é o total que o cliente pretende investir em compra de espaço publicitário durante todo o ano. Divide-se esse valor por doze e a agência recebe mensalmente o resultado dessa conta. "Ao final do exercício, fazemos o acerto do que foi a mais ou a menos", diz Santoro. "Com a medida, a Africa não fica dependente do trabalho de mídia e pode manter sua equipe de trabalho sem nenhum sobressalto". A Africa tem cinco anos de mercado e uma lista de 11 clientes (Nivea, Vale do Rio Doce, Brahma, Vivo, Mitsubishi, Itaú e Parmalat são alguns deles).

Pelo menos 10% dos 35 clientes da McCann Erickson do Brasil já estão usando algum tipo de fórmula alternativa para remunerar o trabalho da agência, além do modelo básico sobre o valor investido em mídia. Com sede nos Estados Unidos, a agência importou e adaptou ao mercado brasileiro métricas de desempenho para servirem de parâmetro a seus clientes. "Hoje dispomos de uma série de premissas: os resultados econômicos do nosso cliente, sua participação de mercado, a lembrança da marca junto ao consumidor", diz Olga Moroy, executiva-chefe da área financeiro da McCann Erickson do Brasil.

Segundo ela, os percentuais definidos pelo Cenp - que variam de acordo com o total investido pelo anunciante na compra de espaço publicitário - não vão deixar de existir. Até porque, lembra Olga, é este sistema que cobre os custos da agência com a produção de um comercial para a TV, um anúncio para rádio, revistas ou jornais. "Mas quando se adota a remuneração variável está se premiando o resultado excedente, como fazem as grandes empresas ao conceder bônus por desempenho a seus executivos", explica ela.

Embora a fórmula esteja ainda num estágio inicial, já é possível verificar aumento na receita da agência. O próximo passo na McCann será a contratação de um diretor de Retorno sobre o Investimento, que mede a taxa de retorno sobre o capital investido. "É um profissional comum nas agências americanas e no Brasil vai nos ajudar a aprimorar o sistema de remuneração variável".

Mas o modelo de remuneração variável ainda tem um longo caminho a percorrer antes de virar prática comum no mercado brasileiro. De um lado, há uma negociação muito mais delicada entre agências e clientes que passa por abertura de informações estratégicas que nem sempre o anunciante está disposto a mostrar. "A agência tem de ter acesso e acompanhar dados de distribuição, formação de preço, força de vendas, e até política de investimentos de médio e longo prazo do cliente. E nem sempre o cliente quer tamanha intimidade", afirma João Fernando Vassão, sócio-diretor da agência GP7. "Para dar certo, a remuneração variável tem de ser uma política de portas abertas para não gerar frustrações", observa Vassão.

Frustração que alcançou a agência Loducca, também do grupo ABC. Segundo Celso Loducca, presidente da agência, além da remuneração com base nos investimentos do cliente em mídia, o acordo previa um bônus por meta de venda. "Ao final do período, o cliente disse que não tinha alcançado a meta e não recebemos um tostão a mais. Sabe quanto faltou vender para alcançar a tal meta? Uma unidade", recorda Loducca, com ar desconfiado.

Em 2004, no auge da guerra das cervejas, a Schincariol estava animada com os resultados iniciais da campanha "Experimenta", lançada no final de 2003 por sua então agência de publicidade, a Fischer América. A cervejaria queria maximizar os investimentos de R$ 180 milhões que faria em marketing naquele ano, e o plano de maximização contemplou a concessão de um bônus extra para a agência sobre cada ponto percentual conquistado, segundo conta um ex-executivo da cervejaria. "Não deu certo porque o mercado cervejeiro é muito complexo e a medição de participação de mercado era muito deficiente na principal praça da marca Nova Schin, que é o Nordeste", lembra a fonte.

Para Sérgio Guerreiro, sócio da consultoria SPGA, especializada em mercado publicitário, novas formas de remuneração de agências são ainda incipientes no Brasil mas a tendência, diz ele, é de se caminhar rapidamente para modelos mais modernos de negociação. Ele ressalva que é preciso evolução também pelo lado dos anunciantes. "Poucos clientes conhecem realmente os custos de sua agência e sem esse conhecimento é muito difícil pagar o preço justo", afirma Guerreiro. Ele lembra que existem até casos em que o departamento de marketing do anunciante repassa ao seu departamento de compras a estratégica missão de negociar com a agência de publicidade. "O setor de compras entende de parafuso, formulário contínuo e sua principal missão é jogar os preços para baixo. Cuidar de marketing é para quem entende publicidade como estratégico, não como custo".

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Google mira nos grandes anunciantes

André Borges
Publicado pelo
Valor Online em 23/01/08

Esteban Walther, diretor de verticais para América Latina; Gustavo Gasparini; gerente de indústrias verticais no Brasil; e Andreas Huettner, diretor para os setores automotivo e de viagens: somos mais que vendedores de palavras
Foto Anna Carolina Negri/Valor


Sexo, jogos e... Detran. Com alguma surpresa, essas três palavras são as líderes de audiência na internet brasileira. Em 2007, os termos figuraram entre os dez mais pesquisados na página do Google no Brasil. É como se, em uma comparação com a TV, esses três assuntos fossem "o horário nobre" da programação, ou seja, aquele que atrai mais público e, por conseqüência, representa o tempo mais caro e disputado para anúncios de publicidade. Na internet, essa audiência abre espaço para mais interpretações.

O Google, hoje uma companhia avaliada em mais de US$ 170 bilhões, transformou-se no que é não apenas por firmar-se como o principal serviço de busca na maioria dos países, inclusive nos Estados Unidos, mas principalmente por encontrar uma maneira eficiente de ganhar dinheiro com isso: a empresa especializou-se na venda de palavras.

No jargão do setor, é o que se conhece por link patrocinado, um pequeno anúncio com poucas linhas de texto que costuma aparecer ao lado do resultado da busca de uma palavra qualquer, como automóvel ou pizza. Tão simples, o negócio deu um nó no mercado publicitário. Empresas como Google, Microsoft e Yahoo - para citar os principais donos dos serviços de busca - jogam com todos os verbetes do dicionário. São milhares de palavras que remetem a propagandas assim que os termos são digitados. Esse mundo das palavras já era bem explorado entre os pequenos anunciantes, mas o Google quer, agora, estender o negócio às companhias que detém os maiores orçamentos publicitários do país.

Da Europa, a empresa trouxe para o Brasil o catalão Esteban Walther, que nos últimos dois anos cuidou da estruturação de equipes de consultoria para venda de publicidade do Google. A partir de São Paulo, Walther vai liderar a montagem de times setoriais do Google na América Latina. A proposta, já adotada nos Estados Unidos, é ter gente especializada em diferentes setores, como finanças, telecomunicações, automotivo, entretenimento e varejo. Com essas equipes, o Google fará algo até agora inédito a suas operações no país: vai bater na porta do anunciante para vender consultoria de anúncios. "Não vendemos mais apenas palavras", comenta Walther. "Oferecemos conhecimento de mercado, estudos de caso para cada campanha."

Nos próximos meses, a empresa deve formar equipes para atender a cerca de uma dúzia de verticais. O serviço de consultoria, segundo Walther, não terá qualquer custo para o anunciante. Ao montar uma estratégia de anúncios para grandes companhias, o Google aposta no volume de propaganda que essas empresas podem gerar.

Para tocar os projetos de verticais no Brasil, o Google acaba de contratar Gustavo Gasparini, executivo que traz na bagagem seis anos de consultoria na Booz Allen Hamilton. Também vai liderar o projeto Andreas Huettner, que veio do Google na Alemanha para ser diretor de vendas dos setores automotivo e de viagens.

As equipes, segundo Gustavo Gasparini, trabalharão próximas às agências de publicidade dos anunciantes. Desde o ano passado, o Google tem feito encontros com agências para detalhar seus recursos. Gasparini não fala em número de contratações, mas a idéia é que algumas dezenas de pessoas entrem para o time de consultores.

A preocupação em atrair as grandes companhias não se dá por acaso. Hoje, a massa de anunciantes do Google é formada basicamente por negócios de pequeno e médio portes, além de microempresas. Não é difícil encontrar entre os anunciantes links de uma peixaria ou de um artesão autônomo, por exemplo. Mas também já há espaço para companhias como Bradesco, Credicard e Kibon.

Atualmente, a venda de links é completamente automatizada. O negócio funciona como um leilão. O cliente acessa o site, escolhe as palavras-chave de seu interesse e direciona seu link para quem buscar o termo. O diferencial é que este anunciante só pagará pela propaganda se o internauta clicar nela. Outra particularidade é que o preço de cada palavra fica em aberto, isto é, o próprio usuário é quem decide o valor total que irá anunciar e quanto pagará por cada palavra. O que determina se seu anúncio sai na frente de outro é uma combinação de fatores como o preço que ele decidiu pagar para ter seu link vinculado àquela palavra e, principalmente, a relevância de seu conteúdo para a busca do usuário, determinada por filtros do site. Isso significa que um anunciante que pagou menos por um termo pode sair na frente de outro que gastou mais, mas teve relevância menor.

Agora, com uma abordagem direta ao mercado, o Google quer ampliar as possibilidades de alcance e de resultado da propaganda na web. "Vamos revirar o conceito de marketing nesse país", diz Huettner. Na lista de desafios do Google está a tarefa de convencer o anunciante de que, em meio aos 40 milhões de internautas brasileiros, há consumidores para tudo, não apenas aqueles interessados em temas como relações amorosas, joguinhos eletrônicos ou o pagamento do IPVA.

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Você é um ‘‘E-MALA‘‘?

Christian Barbosa
Publicado pelo
Portal HSM On-line 22/01/08

Que o e-mail é um grande problema corporativo ninguém precisa duvidar, mas você já parou para observar que têm algumas pessoas no ambiente corporativo que tem hábitos nada produtivos com e-mails e que fazem a situação piorar? Em uma recente pesquisa que conduzimos, descobrimos que o brasileiro gasta em média 3 horas por dia para lidar com seus e-mails, o que é muito tempo e que pode ser muito mal aproveitado se as pessoas ao seu redor não se conscientizarem em adotar bons hábitos para lidar com eles.

Mas será que você é a pessoa que tem maus hábitos de e-mail na empresa e acaba gastando tempo à toa de seus colegas por causa disso? Se você se encaixar no perfil abaixo, pode se colocar no papel de E-MALA!!! Veja abaixo alguns sintomas clássicos do e-mala. Caso você não se encaixe no perfil, encaminhe para os colegas, pois quem sabe alguém não melhora?

Mister urgência – Se todos seus e-mails são para ontem, se tudo que você manda é imediato e precisa ser feito agora, se você liga depois de enviar um e-mail e se pergunta se a pessoa viu seu e-mail urgente, existe algo errado com seu planejamento pessoal e sua rotina diária.

Caixa de entrada lotada – Todo e-mala possui mais de 100 e-mails na caixa de entrada. Em geral é a pessoa que vive comentando que não recebe os e-mails dos outros, que pede informações que chegaram no e-mail mas ele não sabe pois não leu ainda. É comum também demorar um tempão para achar uma mensagem no meio de tantos e-mails não lidos ou mal organizados.

Copia todos – É sempre melhor que todos fiquem sabendo do assunto do que apenas um, certo? Talvez lá na escola você adorasse que todo mundo parasse para ouvir suas histórias, não é? Em geral também gosta muito de responder a todos, pois é o botão maior no outlook e ele sempre salta no seu clique.

Assuntos bizarros – O conteúdo do seu e-mail fala sobre o resultado da última reunião de diretoria, mas o assunto é algo do tipo: “O gato subiu no telhado” ou qualquer coisa do gênero. Em um e-mail o assunto deve resumir em uma frase o conteúdo do mesmo e não ser uma frase criptografada que até um hacker teria dificuldades em decifrar.

Correntes – O e-mala adora mandar correntes com frases bonitas, apresentações divertidas, vídeos engraçados, tem medo que caia sua orelha ou que Deus fique bravo com ele se a mensagem não chegar a 20 pessoas pelo menos.

E-mails sem ação – A maioria dos e-mails é composta de informações e ações que devem ser tomadas, mas o e-mala só sabe passar a informação e deixa os próximos passos indefinidos ou ambíguos.

E-mails longos – Todo e-mala tem o DNA do ”mala” clássico, que você sempre evita, que adora ficar falando horas sem ter muito o que agregar e que sempre acaba atrapalhando. Isso aplicado no e-mail cria mensagens muito extensas, sem objetividade e chatas de ler. O ideal é manter um e-mail com menos de quatro parágrafos (aproximadamente 1000 caracteres).

Estas são as características mais marcantes do e-mala, o que não significa que se você tem apenas uma ou outra característica, não possa se tornar um no futuro. Pense a respeito e evite que isso aconteça, vamos criar a campanha: DIGA NÃO AO E-MALA, ou no futuro, além do trânsito que se tornou um transtorno público em algumas cidades, estaremos reclamando também do e-mail.

Se você identificou algum e-mala em seu ambiente de trabalho, não perca tempo, encaminhe este e-mail, pois a mudança começa sempre com a conscientização. Se você recebeu este e-mail, não fique triste, quem mandou gosta de você e quer que você melhore o uso do seu e-mail!

Ajude o mundo a colocar alça nas malas! Divulgue este e-mail!

Fonte: http://www.triadedotempo.com.br/

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Fanatismos e superstições em vendas

João Baptista Vilhena
Publicado pelo
Portal HSM On-line 22/01/08

Não há dúvida que o fanatismo é algo extremamente perigoso. Pessoas fanáticas param de pensar e passam a agir de acordo com um conjunto de regras que normalmente só interessam a quem as criou ou aprendeu a manipulá-las. No campo religioso o assunto é recorrente, mas pouco se fala do fanatismo que algumas empresas têm por certas modalidades de vendas.

Como coordenador acadêmico do MBA em Gestão Comercial da FGV, recentemente tive a oportunidade de assistir à apresentação das políticas comerciais de 16 diferentes empresas. Fiquei verdadeiramente impressionado ao verificar que várias dessas organizações se tornaram fanáticas por certas práticas. Vejamos algumas:

a) Fanáticos por relacionamento – empresas que acham que só se vende se o comprador for nosso amigo. Em função disso investem verdadeiras fortunas buscando “seduzir” clientes atuais e potenciais, ao invés de se preocupar verdadeiramente em oferecer o que eles precisam;

b) Fanáticos por calendários – são empresas que acham que o mês tem que ter necessariamente 30 dias, que o fechamento de cada mês tem que ser no dia 30. Uma conseqüência comum desse tipo de fanatismo é que mais de 90% das vendas passa a se concentrar entre o dia 26 e 30 de cada mês;

c) Fanáticos pela prática pura e simples – são empresas que não investem em treinamento, não analisam as competências essenciais da sua força de vendas, enfim, que acreditam que vendedores já nascem prontos. O resultado prático são vendedores despreparados que vão ao mercado como verdadeiras aves de rapina;

d) Fanáticos por tecnologia – empresas que acreditam que a tecnologia resolve todos os problemas. Essas organizações preferem investir em tecnologia ao invés de pessoas, esquecendo-se que computadores e sistemas não fazem nada sozinhos;

e) Fanáticos por modismos – cada vez que um guru aparece com uma novidade, essas empresas mergulham nela de cabeça. Resulta disso uma total falta de foco e a completa desorientação da equipe de vendas.

Além do fanatismo, tão perigoso, também é possível identificar superstições que se instauram na cabeça de muitos gestores de vendas. Vejamos algumas:

a) Vendedores natos – muitos gestores acreditam que bons vendedores já nascem predestinados;

b) É impossível planejar em vendas – são os arautos do improviso. Gestores que sofrem daquilo que poderíamos chamar de Síndrome do Zeca Pagodinho: “deixa a vida me levar, vida leva eu”;

c) Se baixar o preço, vamos vender mais – são gestores que não conhecem nada sobre posicionamento, público-alvo, venda de benefícios. Essa talvez seja uma das mais fortes superstições em vendas;

d) Se não oferecermos o mesmo desconto a todos os clientes, eles ficarão chateados conosco – essa superstição faz com que todos os clientes sejam tratados exatamente da mesma forma. Nada mais injusto do que pensar que todos os clientes são iguais.

Poderia continuar listando outras superstições ou fanatismos, mas o importante é você fazer uma lista daqueles que são mais comuns na sua empresa. De posse dessa lista, passe a caçá-los e destruí-los impiedosamente.

Para terminar, pense se esses mitos e superstições também não se aplicam à outras áreas de sua organização.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia lembra obra do Padre Antônio Vieira

Publicado no site do Ministério da Cultura em 22/01/08

O prêmio, no valor de 15 mil euros, selecionará textos teatrais sobre Antônio Vieira. As inscrições, até 31 de março, serão avaliadas pela Funarte e Instituto Camões

A brasileira Fundação Nacional de Artes (Funarte) e o Instituto Camões, de Portugal, abriram as inscrições para o Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia Antônio José da Silva, que receberá propostas até 31 de março. O prêmio seleciona textos teatrais originais de todos os gêneros, escritos em língua portuguesa por dramaturgos brasileiros e portugueses.

O texto vencedor será editado em livro e encenado no Brasil e em Portugal. O autor receberá 15 mil euros. Nesta segunda edição do Prêmio, os textos concorrentes devem se inspirar na obra de Padre Antônio Vieira, informou a Funarte.
“O objetivo do Prêmio Luso-Brasileiro de Dramaturgia é incentivar a escrita dramática em todos os gêneros (teatro para adultos, para a infância e juventude, entre outros) e o aparecimento de novos dramaturgos de língua portuguesa, reforçando a cooperação cultural entre Brasil e Portugal”, explica a Funarte.

Na primeira fase, quatro peças brasileiras e quatro portuguesas são selecionadas por uma comissão de jurados de cada país. As oito peças são analisadas por um novo júri, composto por brasileiros e portugueses, que elege o texto contemplado.

A escolha do tema desta edição se deve ao quarto centenário de nascimento de Padre Antônio Vieira, comemorado em 2008. Nascido em Lisboa, Portugal, o jesuíta morou por grande parte de sua vida no Brasil, onde defendeu os direitos humanos dos povos indígenas e escreveu sermões que se tornaram obras de referência para o barroco brasileiro. Padre Antônio Vieira morreu em Salvador, na Bahia, em 1697.

Vencedora da primeira edição do Prêmio Antônio José da Silva, a peça “A minha mulher”, escrita pelo português José Maria Vieira Mendes, foi encenada em Portugal e no Brasil, e segue em 2008 para Espanha e Escócia. No Brasil, “A minha mulher” fez parte da programação de inauguração dos novos espaços da Funarte em São Paulo, onde lotou uma das salas do complexo cultural por duas noites, em novembro de 2007. Em seguida, a peça viajou para Salvador e Rio de Janeiro.

O dramaturgo Antônio José da Silva nasceu no Rio de Janeiro em 1705. Embora tenha sido um dos autores mais encenados em Portugal no século 18, foi perseguido e preso pela Inquisição, por sua origem judaica. Escritor prolífico, produziu sátiras com críticas à sociedade portuguesa, que ficaram conhecidas por seus contemporâneos como “a obra do Judeu”. Foi estrangulado e queimado num auto-de-fé em Lisboa, em outubro de 1739.

Veja aqui o Edital.

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Mídia digital à prova de recessão

Publicado pela HSM Online em 21/01/08

No meio de expectativas negativas com relação às mídias tradicionais, os meios digitais dão sinal de vitalidade: veja o porquê. Parece não haver dúvidas de que a economia norte-americana viverá uma recessão neste ano de 2008. Embora os analistas acreditem que não será algo catastrófico, a queda do nível de atividade da economia dos Estados Unidos certamente afetará os orçamentos de mídia naquele mercado – com conseqüências, claro, para o resto do mundo.

Muitas pesquisas divulgadas nestes primeiros dias do ano expressam pessimismo com relação aos investimentos em mídia. Os principais bancos de investimentos de Wall Street, como Goldman Sachs e Sanford Bernstein, expressam preocupações sobre os desempenhos de redes de televisão, estação de rádio e jornais – mas poupam os meios digitais das previsões pessimistas.

Os bancos apontam uma queda de faturamento que pode chegar a 20% para empresas do porte da CBS. Outros gigantes como a Disney também não devem ter um ano dos mais promissores.

No entanto, todas as previsões apontam crescimento nos segmentos de mídia digital em geral, seja internet, mobile marketing ou games. Se isto acontecerá no mercado americano, as probabilidades de que algo parecido também ocorra aqui no Brasil são bem factíveis.

JumpExec analisa aqui o porquê das mídias digitais parecerem imunes à recessão:

Segmentação
Num momento onde os investimentos em mídia tendem a se retrair, a busca por retorno garantido e eficácia fica ainda mais decisiva. Ora, um dos principais pilares do marketing digital é exatamente a premissa da segmentação – campanhas que atingem o prospect correto, na hora certa, e no lugar certo. Ou seja, o investimento mais oportuno para momentos de “pouco dinheiro em caixa”.

Riscos reduzidos
Maior eficácia significa menos custos, e, portanto, menos risco. Afinal, para quê investir uma quantia num meio que não oferece um retorno tão garantido e controlado, num momento de retração de investimentos?

Viralidade e convergência
Um banner, um vídeo no YouTube, um e-mail marketing podem ser repassados ou indicados para outras pessoas além daquelas às quais a campanha é direcionada, gerando um alcance maior e aumentando assim o retorno do investimento. Claro que não se pode contar com um aumento imediato de vendas apostando apenas nisso, mas num tempo de vacas magras, com budgets restritos, por quê não ser otimista?

Parece, então, que a mídia digital é o melhor dos mundos. Você investe o pouco que tem e obtém um retorno positivo que jamais esperaria. Mas, um momento: você precisa pensar na estratégia digital, senão você perderá dinheiro mesmo fazendo marketing digital. Então, vale a pena prestar atenção nessas dicas:

Definir claramente o papel da mídia online em seus objetivos de marketing
Você precisa otimizar seu orçamento – então, seja claro: o que você quer que as campanhas de banners, o marketing viral ou mesmo o mobile marketing façam por você? Estude bem cada possibilidade e ajuste seus investimentos. Aumento de cadastro, promoções específicas para um produto? Cada necessidade implica numa ação de marketing mais adequada.

Pesquisar quais veículos são os mais adequados
Depois da definição de objetivos, escolha os veículos. Os budgets online precisam ser construídos a partir de um objetivo principal. Desenvolva critérios de avaliação que lhe ajudarão a determinar a quantidade de ações necessárias para atingir uma escala desejável. Balanceie os investimentos em cada veículo, analise se é mais negócio anunciar em mais de um portal ou investir somente em links patrocinados, por exemplo. E, claro, fique atento às métricas de cada ação: elas certamente lhe mostrarão, preto no branco, o que está funcionando e também podem mostrar o caminho para prováveis correções de rota a tempo de evitar perdas– o que é essencial nos tempos atuais.

Pesquise o mercado
Custo e eficiência são os dois fatores mais importantes para se definir a parte online de um orçamento de mídia. Pesquise o mercado no qual você está propenso a investir em mídia online, obtenha relatórios dos institutos de pesquisa para saber os números de conversão de vendas online dentro do público a ser atingido e os compare com os números de conversão de outras mídias. Desta forma, você terá condições de elaborar um orçamento equilibrado.

Fique atento às novidades
Apesar do conservadorismo que é necessário adotar em momentos onde os orçamentos não são tão exuberantes, saiba que a mídia digital é veloz, volátil e mutante, não importa se há recessão ou não. Acompanhe o que seus concorrentes estão fazendo, verifique o desempenho destas campanhas, faça benchmarking. Assim, você se habilita a conseguir resultados ainda mais expressivos nos momentos em que a economia anda mais depressa.


Fonte: Maristela Alves
JumpExec News
21/01/2008



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AT&T anuncia contribuição de US$ 50.000 em suporte à competição do Programa Junior Achievement

Publicado pela HSM Online em 21/01/08

A AT&T Inc. anunciou uma contribuição no valor de US$ 50.000 em suporte ao programa Junior Achievement para o desenvolvimento da competição dirigida a alunos da área de negócios, com o título de “A segunda competição, realizada na América Latina, do programa de tomada de decisões empresariais, o Empreendedor Latino”, a ser realizada no México, Brasil e Argentina.

O objetivo desta competição é conferir suporte ao desenvolvimento de futuros líderes empresariais, através de treinamento prático, baseado em software que simula condições de mercado e proporciona aos alunos a experiência de como dirigir uma empresa e como tomar as decisões implicadas.

No segundo trimestre de 2008, mais de 1.500 alunos vão participar da competição, que será realizada através da Internet, usando o software Management and Economic Simulation. Este programa de software reproduz tendências e condições de mercado, à medida que estas são influenciadas pelas decisões tomadas pelos participantes da prova. Durante o processo, os participantes aprendem como funciona o mercado e obtêm a experiência, em primeira mão, de situações com que poderão se defrontar na vida profissional real.

Os estudantes da América Latina com bom conhecimento em administração de empresas terão a oportunidade de colocar em prática o que aprenderam na escola, entender como se pode usar tecnologia como uma ferramenta de estudo e desenvolver sua capacidade de tomar decisões, assim como incentivar o trabalho em equipe e o desenvolvimento de estratégias por meio de Simulações.

“Junior Achievement sente-se grato por esta relação que mantém com a AT&T, tornando possível dar continuidade a esta útil experiência para jovens estudantes, possibilitando o entendimento dos aspectos econômicos da vida real”, disse Jaime Santibañez, diretor executivo do programa Junior Achievement no México. “Esta contribuição nos ajudará a proporcionar a jovens alunos na América Latina, um maior entendimento das oportunidades de negócios que o mundo pode trazer-lhes no futuro”.

“A AT&T reconhece o papel importante que o programa Junior Achievement desempenha no preparo de jovens, com foco em suas transformações em futuros líderes empresariais, e sente-se grata em poder dar suporte a seus esforços e compromissos, visando influenciar as vidas de jovens estudantes na América Latina”, disse Andrea Messineo, vice-presidente da AT&T na região do Canadá, Caribe e América Latina.


Fonte: Gaspar & Associados Comunicação Empresarial 21/01/2008

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Um livro para ser visto

Daniel da Hora
Publicado pelo Update or Die em 20/01/08


A NASA - agência espacial americana - tem patrocinado uma série de produções bibliográficas importantes e, de vez em quando, nos brinda com alguns projetos bastante ousados e outros, ainda, com um approach muito particular. É o caso do novo lançamento ‘Touch the Invisible Sky’, livro de sessenta páginas apresentado último dia 15 que traz, além de fotos das principais nebulosas já estudadas, galáxias e estrelas, várias páginas impressas com vernizes, texturas e relevos, delegando ao material uma experiência além da simples leitura dos textos ou da visualização das imagens. Para completar a experiência sinestésica, o livro possui a descrição das imagens também disponibilizada em Braille e alguns textos em fontes de corpo maior que o normalmente usado 12, para que ‘leitores’ com acuidades visuais diversificadas pudessem desfrutar do livro em pé de igualdade.

Como o título do livro sugere, algumas das fotos são tiradas com exposição muito longa, o que amplia a sensação de ‘ver’ aquilo ‘que não pode ser visto’ normalmente. Escrito pela especialista em acessibilidade Noreen Grice, com colaboração de Simon Steel e Doris Daou, estará disponível para centros e ONGs que tratam das questões ligadas à visão, bem como nas bibliotecas do Congresso Americano, da Federação Nacional para Cegos (EUA) e na da NASA.

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domingo, 20 de janeiro de 2008

Pangea Day - Um filme pode mudar o mundo?



Pangea Day taps the power of film to strengthen tolerance and compassion while uniting millions of people to build a better future.

In a world where people are often divided by borders, difference, and conflict, it’s easy to lose sight of what we all have in common. Pangea Day seeks to overcome that – to help people see themselves in others – through the power of film.

On May 10, 2008 – Pangea Day – sites in Cairo, Dharamsala, Kigali, London, New York City, Ramallah, Rio de Janeiro, and Tel Aviv will be videoconferenced live to produce a 4-hour program of powerful films, visionary speakers, and uplifting music.

The program will be broadcast live to the world through the Internet, television, digital cinemas, and mobile phones.

Of course, movies alone can’t change the world. But the people who watch them can. So following May 10, 2008, Pangea Day organizers will facilitate community-building activities around the world by connecting inspired viewers with numerous organizations which are already doing groundbreaking work.

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Chamada pública para seleção de projetos de prevenção da co-infecção tuberculose/HIV/Aids no Brasil

Do site da Fundação Ataulpho de Paiva

A Fundação Ataulpho de Paiva torna público o convite a Organizações da Sociedade Civil sem fins lucrativos para apresentar propostas de execução de ações na área de co-infecção tuberculose/HIV/Aids, nas seguintes regiões metropolitanas: Baixada Santista, Belém, Belo Horizonte, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luiz e São Paulo. Poderão ser selecionados até 11 projetos, para repasse de recursos no valor de até R$ 30 mil cada.

Mais informações no site da Fundação (http://www.bcgfap.com.br/, pelos dos telefones 21- 2240.0578 e 2524.1645 ou do e-mail: secglobal@bcgfap.com.br.

Arquivos para download:
Chamada_Publica_para_OSC_versao_final_para_publicacao.doc (Formato: DOC Peso: 101Kb)Anexo_da_Chamada_Publica_para_OSC.doc (Formato: DOC Peso: 66Kb)
Formulario_de_projetos.doc (Formato: DOC Peso: 1450Kb)

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Bradesco lança cartão de crédito com plástico reciclável

Publicado pelo Portal Exame em 18/01/08

O banco Bradesco acaba de lançar o primeiro cartão de crédito produzido em plástico reciclado do mercado brasileiro. A matéria-prima é proveniente de garrafas pet descartáveis. Com bandeira Visa, este cartão integra o conjunto de produtos financeiros sustentáveis do Bradesco e tem o objetivo de apoiar os esforços de preservação da floresta amazônica.

Parte da receita resultante da venda desses cartões será revertida para financiar as atividades da Fundação Amazonas Sustentável, uma parceria do governo amazonense com o Bradesco.

A Fundação, presidida pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan, é responsável pela gestão do programa Bolsa Floresta, que prevê o pagamento de R$ 600 por ano para as famílias que vivem nas unidades de conservação, áreas onde as comunidades têm o compromisso de atuar na preservação das florestas. Atualmente, são 4 mil famílias beneficiadas, mas o objetivo é chegar a 10 mil famílias até o final do ano.

Além deste cartão com apelo amazônico, o Bradesco mantém outro produto semelhante em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, cuja receita apóia o reflorestamento desse sistema.
Títulos de capitalização e o ecofinanciamento são dois outros exemplos de produtos financeiros administrados pelo Bradesco voltados para o apoio da preservação das florestas brasileiras. No caso do ecofinanciamento, cada veículo financiado representa o plantio de mudas de árvores, ajudando a neutralizar as emissões.

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Inscrições abertas para o Revelando os Brasis Ano III

Publicado pela Agência Petrobrás em 17/01/08

Estão abertas até o dia 28 de março as inscrições para o Concurso de Histórias do Revelando os Brasis Ano III. O projeto tem como objetivo viabilizar a produção de vídeo digitais nas pequenas cidades brasileiras. Serão selecionadas 40 histórias que depois serão transformadas pelos seus autores em um filme com duração de 15 minutos. A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e o Instituto Marlin Azul, com patrocínio da Petrobras.

Para participar, é preciso ter mais de 18 anos e ser morador de município com até 20 mil habitantes. Podem ser inscritas histórias reais (baseadas em fatos históricos, personagens e tradições populares) ou de ficção. Os autores selecionados participarão de oficinas preparatórias de roteiro, direção, produção, fotografia, som, edição, direção de arte, mobilização cultural e direitos autorais, no Rio de Janeiro, com todas as despesas pagas pelo projeto. Na etapa seguinte, eles contarão com o apoio da estrutura de produção oferecida pelo Revelando os Brasis para realizar os vídeos. De acordo com levantamento divulgado em 2007 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 5.568 municípios; desses, 4.006 têm até 20 mil habitantes.

Nas duas primeiras edições do projeto, entre 2004 e 2006, foram produzidas 80 obras, entre ficções e documentários. Depois de finalizados, os vídeos são apresentados em suas comunidades através do Circuito Nacional de Exibição, que leva uma tela de cinema para os municípios. As produções também são exibidas no Programa Revelando os Brasis, que vai ao ar pelo Canal Futura. A partir de 2008, os vídeos do projeto serão lançados em DVD com distribuição gratuita entre organizações sociais e culturais, bibliotecas, universidades e cineclubes de todo o Brasil.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis nos sites http://www.revelandoosbrasis.com.br/ e http://www.cultura.gov.br/. A partir de fevereiro, o regulamento e a ficha também poderão ser retirados nas agências e postos de atendimento dos Correios e do Banco do Nordeste. Mais informações no Instituto Marlin Azul pelo telefone (27) 3327-2751 ou através do e-mail revelandoosbrasis@gmail.com.

Nota: Hoje o regulamento não está disponível no link do site, apenas a ficha de inscrição. Também não é possível entrar em contato ou preencher o cadastro para receber a newsletter no site - ambos os formulários dão erro...

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